Sindicalista diz que paraminenses ainda discutem adesão à greve dos caminhoneiros que pode ser deflagrada

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O Conselho Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) promete uma greve geral da categoria a partir de segunda-feira, 26 de julho. A possibilidade ainda enfrenta resistência, mas muitos grupos já aderiram à iniciativa.

Em fevereiro deste ano o CNTRC também convocou uma greve, mas não teve adesão da categoria na época. Agora muitos se mostram a favor da paralisação que pode ter início no domingo, 25 de julho, dia de São Cristóvão, padroeiro dos caminhoneiros, quando haverá protestos. Na segunda-feira (26) eles podem organizar os pontos de parada e iniciar a greve.

Agora estão em pauta os preços do diesel e também a tabela do frete. Este último tópico garante um piso mínimo para o frete no país, inclusive instituído por lei em 2018, mas que não é seguido.

De acordo com os motoristas, o custo do diesel e dos insumos do caminhão levam até 70% do valor do frete, sobrando, portanto, quase nada para o trabalhador. Somente no primeiro semestre de 2021, o diesel aumentou 23% em relação ao mesmo período do ano passado.

O aumento mais recente do diesel, no início de julho, de 3,7%, pode ter sido a gota d’água para os caminhoneiros pensarem e planejarem nova paralisação.

O Portal GRNEWS entrou em contato com o Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Rodoviário de Pará de Minas. Segundo o presidente Francisco Ferreira Borges os caminhoneiros ainda estão conversando e não há nada definido na cidade. Por isso, ele ainda se manifestará posteriormente sobre a adesão ou não da greve, caso ela seja deflagrada como defende o Conselho Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas.

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