Antônio Júlio confirma que servidores municipais não terão correção salarial neste ano eleitoral

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Os efeitos da crise econômica que o país atravessa continuam refletindo no setor privado e na administração pública. A queda na arrecadação vem comprometendo até os serviços essenciais à população e os gestores trabalham em estado de alerta.

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Os governos federal, estaduais e municipais precisam enxugar a máquina pública, cortar gastos efetivamente e mudar o rumo do endividamento das contas públicas. Caso contrário a situação só será agravada.

O efeito cascata poderá ocorrer nos próximos meses depois que o presidente interino Michel Temer apresentar propostas de mudança na Previdência Social, na área trabalhista e a recriação da Contribuição Provisória sob Movimentação Financeira (CPMF).

Enquanto isso os estados e principalmente os municípios estão com recursos minguados e em alguns casos a folha de pagamento está sendo parcelada, como é o caso dos estados do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro.

Em Pará de Minas o prefeito Antônio Júlio de Faria continua fazendo todo o possível para garantir o pagamento todo quinto dia útil do mês. Mas, o chefe do Poder Executivo Municipal informou que este ano não haverá como conceder nem mesmo a correção anual com base no índice de inflação.

Ele explicou que além da escassez de recursos para arcar com a obrigação, a Lei Eleitoral proíbe o reajuste de salário dos servidores públicos municipais durante o ano das eleições para prefeito e vereadores:

Antônio Júlio de Faria
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O gestor público municipal voltou a dizer que a situação é muito complicada e o pagamento do funcionalismo público de Pará de Minas está em dia. Segundo ele os servidores estão compreendendo o momento delicado:

Antônio Júlio de Faria
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De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), oÍndice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país ficou em 0,96% em dezembro, fechando o ano de 2015 em 10,67%, a maior taxa desde 2002.

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