GRNEWS TV: Tétano é doença grave e dolorosa exigindo vacina em dia

Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Maria de Lourdes Liguori, enfermeira Referência Técnica da Vigilância Epidemiológica Municipal e Oscar Leitão, médico-veterinário e Referência Técnica do Centro de Controle Zoonoses São Francisco de Assis (CCZ), repassaram orientações sobre sintomas, causas e tratamento da Leptospirose, Hepatite A, Tétano, Diarreia, doenças respiratórias, arboviroses e alertaram sobre o surgimento de Animais peçonhentos.

Risco vai além do prego enferrujado
Durante o período chuvoso, aumentam os ferimentos provocados por objetos escondidos em enxurradas e áreas alagadas. Ao contrário do que muitos pensam, o tétano não está associado apenas a pregos enferrujados. Qualquer material contaminado, como madeira, galhos ou metais diversos, pode transmitir a bactéria causadora da doença.

Em enchentes, quem caminha sem proteção adequada corre o risco de sofrer cortes e perfurações sem perceber. A ausência de botas ou equipamentos de proteção facilita acidentes que podem se transformar em um problema grave de saúde.

Vacinação é a principal proteção
O tétano é uma doença imunoprevenível. A vacina é oferecida ainda na infância, com três doses no primeiro ano de vida e reforço por volta dos quatro anos. Na fase adulta, é necessário repetir a dose a cada dez anos. Gestantes também recebem reforço a partir da 20ª semana de gestação, por meio da vacina que inclui proteção contra o tétano.

Em situações de ferimento durante enchentes, a primeira atitude deve ser verificar o cartão de vacinação. Se houver atraso, é fundamental procurar uma unidade de saúde para avaliação e possível aplicação de vacina ou soro, conforme indicação médica.

Doença é grave e dolorosa
O tétano é uma enfermidade séria, marcada por rigidez muscular intensa e dor significativa. Apesar de rara atualmente, graças ao Programa Nacional de Imunizações, a doença ainda representa risco quando a cobertura vacinal diminui.

Especialistas alertam que uma única dose não garante proteção permanente. Manter o esquema completo e os reforços em dia é a maneira mais segura de evitar complicações, especialmente em períodos de enchentes, quando o risco de ferimentos aumenta.

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