GRNEWS TV: Educação em saúde protege desde a infância e salva vidas
Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Maria de Lourdes Liguori, enfermeira Referência Técnica da Vigilância Epidemiológica e Patrícia Pimenta, cirurgiã dentista Especialista em Cirurgia Buco Maxilo Facial, que abordaram ações de prevenção de ISTs e manifestações bucais.
Diálogo quebra tabus e fortalece a prevenção
Falar sobre educação sexual ainda é um desafio para muitas famílias, mas profissionais de saúde reforçam que o diálogo é sinônimo de proteção. Orientar crianças e adolescentes, de forma adequada à idade, não incentiva comportamentos precoces, e sim prepara indivíduos mais conscientes, seguros e responsáveis. Assim como ocorre na prevenção da violência e do abuso, informação é ferramenta essencial para o cuidado.
Família, escola e saúde caminham juntas
A construção de adultos mais preparados passa por uma atuação conjunta. Família, escola e serviços de saúde precisam atuar de forma integrada para empoderar crianças e adolescentes. A educação em saúde começa cedo, respeita cada fase da vida e contribui para escolhas mais seguras no futuro, reduzindo riscos de infecções e outros agravos evitáveis.
Lesões persistentes exigem atenção especializada
No campo da saúde bucal, o olhar atento dos profissionais faz toda a diferença. Lesões na boca que permanecem por mais de 15 a 20 dias acendem um alerta. Nesses casos, a biópsia é indicada para investigar possíveis alterações mais graves, como o câncer bucal. Quando diagnosticada precocemente, a doença tem chances muito maiores de cura e melhores prognósticos.
Biópsia orienta tratamento e encaminhamentos
A biópsia não é feita de forma indiscriminada. Lesões recentes, como aftas comuns, costumam desaparecer espontaneamente. Já aquelas persistentes precisam ser avaliadas. A partir do resultado, o paciente é encaminhado para o tratamento adequado, seja acompanhamento especializado, infectologia ou, em casos mais graves, centros de referência fora do município.
Prevenção segue como melhor caminho
No caso de infecções virais, como o HPV, não existe cura definitiva, mas controle e acompanhamento. As lesões podem surgir na cavidade oral e nem sempre estão associadas diretamente ao sexo oral. Por isso, a prevenção continua sendo o principal cuidado, aliada à informação, à vacinação e ao acompanhamento regular na rede pública de saúde.
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