Eduardo Barbosa crê em sucesso de testes, mas preço alto provoca veto a venda da pílula do câncer

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Continuam as polêmicas envolvendo a Fosfoetanolamina sintética, produzida no campus da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, pelo pesquisador e professor do Instituto de Química, Gilberto Chierice.

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O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, fez um acordo com o Instituto do Câncer e um laboratório que irá produzir a Fosfoetanolamina e testar a eficácia do medicamento em pacientes com câncer.

A expectativa é de que o procedimento comece este mês e em dois anos a pesquisa deverá chegar à conclusão. A partir desses resultados será definida a postura que será adotada pelo Governo Federal.

Alguns especialistas da medicina são contra o experimento e ajuizaram uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF). Esta mesma posição foi tomada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANS).

A presidente Dilma Rousseff autorizou a liberação da Fosfoetanolamina e publicou no Diário Oficial da União, contrariando o órgão. As discussões vêm sendo realizadas há algum tempo no Congresso Nacional.

O deputado federal Eduardo Barbosa, que é médico, vem acompanhando toda a questão de perto. Ele fala da expectativa de receber os primeiros resultados da pesquisa em pacientes com câncer e da preocupação com laboratórios que poderão assumir a patente e produzir o medicamento a um alto custo:

Eduardo Barbosa
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Como um dos donos da patente da Fosfoetanolamina sintética, Gilberto Chierice, informou nesta segunda-feira (9), que considerou alto demais o preço de R$ 6 por cápsula estabelecido pela Justiça de Cravinhos-SP. Por este motivo ele disse que não vai autorizar a comercialização nesse momento.

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