Servidores da Educação em greve e cobram do governo de MG reajuste e fim do parcelamento de salários

GRNEWS nas Redes Sociais Facebook Twitter YouTubeWhatsApp WhatsApp


Milhares de educadores da rede estadual de ensino aderiram ao movimento grevista deflagrado no dia 8 de março. A categoria reivindica o fim do parcelamento dos salários mensais, do 13º salário e o pagamento do reajuste anual e do piso salarial conforme previsto em lei.

Curta a página do Portal GRNEWS no Facebook Siga o Portal GRNEWS no twitter

O movimento é liderado pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-ute). No dia 4 de abril os servidores se reuniram na praça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Belo Horizonte.

Ficou decidido que a paralisação continuará e um novo encontro está marcado para esta terça-feira, 10 de abril, a partir das 14 horas, na ALMG. O objetivo dos grevistas é chamar a atenção do governador Fernando Pimentel (PT).

De acordo com Leandro Augusto de Assis Fonseca, coordenador da subsede do Sind-ute em Pará de Minas, a greve está ganhando mais apoio a cada dia e o objetivo é pressionar o governo mineiro e garantir os direitos da classe:


Leandro Augusto de Assis Fonseca
greve2018leandrofonseca1

Na pauta de reivindicações estão os reajustes do piso salarial em 2018 e do ano passado, além do fim nos atrasos de pagamento dos salários. Todos os professores e demais servidores da educação estão convidados a apoiar:

Leandro Augusto de Assis Fonseca
greve2018leandrofonseca2

Na semana os servidores conseguiram a volta do atendimento por meio do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG) e a elaboração de uma lei assegurando o pagamento do reajuste anual de salários:

Leandro Augusto de Assis Fonseca
greve2018leandrofonseca3

De acordo com o Sind-ute, a Lei Estadual 21.710/15 garante o pagamento de vencimento básico, dos reajustes anuais do piso e estabeleceu uma política de pagamento e incorporações de abonos.

Além de não cumprir os reajustes salariais e os acordos assinados, o governo estadual também tomou a decisão de parcelar o 13º salário, adiou o ano escolar e mantém escalas de pagamento dos salários.

Portal GRNEWS © Todos os direitos reservados.

PUBLICIDADE
Don`t copy text!