GRNEWS TV: Mato alto expõe falhas na limpeza urbana e vereador defende a uso de presos na mão de obra

Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, o vereador Vinícius Alves de Menezes fez um balanço de sua atuação parlamentar na Câmara Municipal de Pará de Minas, comentando projetos, emendas e temas sensíveis da administração pública local.

Reclamações se espalham pela cidade e Câmara discute falta de mão de obra
A situação do mato alto voltou ao centro dos debates na Câmara Municipal após a exibição de vídeos e relatos de moradores. Calçadas tomadas pela vegetação, áreas públicas abandonadas e riscos à mobilidade têm gerado críticas constantes em várias regiões de Pará de Minas.

Ações pontuais e problemas persistentes
No Bairro Eldorado, houve uma intervenção recente com limpeza no entorno da lagoa, realizada a pedido de vereadores. No entanto, o problema maior permanece dentro da própria lagoa, onde existe um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O responsável tem prazo até a metade do ano para executar a limpeza, sob risco de agravamento da situação ambiental.

Falta de mão de obra trava serviços
De forma geral, o município enfrenta dificuldades para manter a limpeza urbana em dia. O número de funcionários é reduzido e a empresa terceirizada responsável pelo serviço não consegue atender toda a demanda. Além disso, há escassez de interessados em ocupar as vagas, reflexo de salários baixos e do trabalho pesado, realizado sob sol e chuva.

Proposta mira trabalho prisional
Diante do cenário, vereadores defendem a adoção de alternativas já usadas em cidades vizinhas, como a utilização de presos do regime semiaberto em serviços urbanos. A proposta inclui atividades como capina, roçada, pintura de meio-fio, limpeza de praças e manutenção de prédios públicos.

Ressocialização e economia
A medida é vista como uma forma de ressocialização, já que o trabalho contribui para a redução da pena e melhora as condições psicológicas dos detentos. Para o município, o custo seria mínimo, restrito basicamente à alimentação, enquanto a economia com contratos terceirizados seria significativa.

Debate que ganha força
Com presídios superlotados e cidades carentes de mão de obra, a proposta volta à pauta como solução prática para um problema antigo. O entendimento é que, se funciona em outros municípios, pode também ser adaptada à realidade local, desde que respeitadas as exigências legais e de segurança.

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