Denúncias contra a Secretaria de Saúde e retorno presencial das aulas na rede particular marcam reunião de vereadores

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Os 17 vereadores se encontraram no Plenário da Câmara para mais uma reunião ordinária na noite desta segunda-feira, 8 de fevereiro. Em pauta a votação de requerimentos e moções de aplausos.

Entre os projetos protocolados na Câmara estão o que extingue a verba indenizatória dos vereadores, a criação do IPTU Justo, a reforma previdenciária municipal e a transformação das academias em serviços essenciais não entraram em votação, já que as comissões permanentes ainda tem prazo para dar seus pareceres. Enquanto isso os vereadores também analisam todos estes projetos.

Os vereadores apresentaram requerimentos e ainda debateram vários assuntos que são demandas da população em vários bairros e distritos de Pará de Minas.

Três pessoas fizeram uso da tribuna. A primeira delas foi a empresário do setor de educação Fernanda Faria e em seguida a pediatra e infectologista Mariana Boaventura Chaves Vieira. Elas pediram que o Município autorize o retorno das aulas presenciais nas escolas particulares de Pará de Minas.

No caso de Fernanda Faria, a escola dela possuía antes da pandemia média de 150 alunos. Neste ano letivo, 60 se matricularam e teme ter que demitir os profissionais. Ela e a pediatra mostraram em documentos e pesquisas feitas por especialistas, que é possível retornar às aulas presenciais com segurança:


Fernanda Faria

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O vereador Marcílio Magela de Souza (MDB) compreendeu o posicionamento da empresária e da pediatra. Ele conta que vive na pele o problema das crianças sendo educadas de forma online, caso da filha dele que está indo ao psicólogo para conseguir passar pela pandemia. Defende ainda a vacinação dos profissionais da educação:


Marcílio Magela de Souza

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O motorista concursado pela Prefeitura Vagner Celestino dos Santos também fez uso da tribuna. Ele fez denúncias graves sobre a Secretaria Municipal de Saúde. Uma delas sobre contratos fechados com a Instituição de Cooperação Intermunicipal do Médio Paraopeba (ICISMEP) no valor de R$ 600 mil por três meses, segundo o servidor.

Ele relata que a entidade contratou outra empresa para prestar o serviço e o valor está bem acima do considerado normal:


Vagner Celestino dos Santos

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O motorista também fez denúncias em relação ao Consórcio Intermunicipal de Saúde do Alto Rio Pará (Cispará). A entidade foi contratada para o setor de transportes que possui um ônibus parado, novo, sem funcionar:

Vagner Celestino dos Santos
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O secretário Municipal de Saúde Wagner Magesty estava na reunião e respondeu às acusações. Garantiu ainda que comprovará tudo aos vereadores por meio de documentos:


Wagner Magesty

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Sobre o retorno presencial das aulas, os vereadores pretendem se reunir com o prefeito e o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para avaliar a retomada segura. Quanto às acusações eles também garantiram investigar a situação.

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