GRNEWS TV: Pará de Minas intensifica ações e usa tecnologia para manter dengue sob controle
Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Adilson José Batista, Diretor de Vigilância em Saúde, e Douglas Duarte, Coordenador de Vigilância Ambiental, falaram sobre ações preventivas e de combate à Dengue.
Preparação para 2026 com foco na agilidade
A Vigilância em Saúde reforça que o trabalho contra o Aedes aegypti será mantido durante todo o ano, sem depender de períodos de seca ou chuva. A meta é preservar os resultados positivos alcançados em 2025 e aprimorar estratégias para reduzir ainda mais os casos de dengue e Chikungunya em Pará de Minas. A equipe destaca que o apoio da população será decisivo, especialmente na redução de casas fechadas, o que dificulta as inspeções.
LIRAa orienta mutirões e mapeia depósitos
O município pretende iniciar janeiro já com um novo Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti, identificando bairros prioritários e tipos de criadouros mais frequentes. Nos quatro ciclos realizados neste ano, os depósitos do tipo B — como pratinhos de plantas, copos e pequenos recipientes — foram os principais focos, todos simples de remover. Com isso, as ações educativas serão ampliadas em escolas, creches e empresas, incluindo capacitação de funcionários interessados em atuar na prevenção.
Educação e prevenção reduzem custos e adoecimento
A prefeitura reforça que manter a cidade livre de epidemias é essencial não apenas pela saúde da população, mas também pelo impacto financeiro. Epidemias exigem altos investimentos, enquanto a prevenção — reforçam os gestores — é mais barata e eficiente.
Drones fortalecem o monitoramento
O uso de drones se tornou um aliado do município. Embora simples, as armadilhas ovitrampas ajudam a identificar áreas quentes semanalmente, enquanto o drone fornece uma visão aérea de pontos inacessíveis. Imagens têm revelado caixas d’água aparentemente fechadas, mas com rachaduras ou buracos, situações impossíveis de detectar sem tecnologia. O contrato atual segue até março ou abril, e a expectativa é de novos repasses estaduais para continuidade do monitoramento aéreo.
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