Pesquisa é a melhor arma do consumidor na hora de comprar material escolar

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O ano mal começou e mais uma vez as famílias se prepararam para os pesados gastos desta época. Depois das festas de fim de ano o cidadão brasileiro terá que pagar IPVA, DPVAT, e material escolar, entre outros.

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No caso do material escolar, boa parte dos consumidores já está adiantando as compras para aproveitar preços menores. Já existe um movimento de troca de livros usados e que estão em bom estado de conservação, tudo para economizar.

Com o advento da crise econômica no país, muitos pais fazem o verdadeiro malabarismo no orçamento para garantir o material escolar dos filhos para o ano letivo que terá início no mês de fevereiro.

Por isso é importante o consumidor pesquisar os preços em diferentes estabelecimentos comerciais. Como sempre o ideal é optar pela compra à vista e solicitar do comerciante um bom desconto.

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Walter Gottschalg Duarte, assessor do Procon de Pará de Minas, revela que nos últimos anos no comércio local não são registrados problemas. Segundo ele os lojistas encaminham as listas dos produtos com os respectivos valores:

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Sobre a exigência de determinada marca na lista de material escolar, Walter Gottschalg Duarte deixa claro que nenhuma escola poderá praticar este tipo de procedimento, o que fere o Código de Defesa do Consumidor:

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Nos últimos meses o material escolar subiu em média 10%. A Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares prevê mais reajustes este ano.

A projeção é de um aumento de até 12% para produtos nacionais, entre eles canetas e borrachas; e de 20% a 30% para os importados: lancheiras, estojos e mochilas. O aumento é devido à desvalorização do real frente ao dólar e o aumento das despesas e da mão-de-obra.

Isso, sem falar nos impostos embutidos nos produtos. Na compra de uma simples caneta esferográfica, 47% do valor pago pelo consumidor correspondem aos impostos cobrados pelo governo.

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