Saúde multa paraminenses que não ajudam combater focos do mosquito transmissor da Dengue

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O município de Pará de Minas enfrenta um surto e corre sérios riscos de ocorrer terceira epidemia de Dengue, como aconteceu em 1999 e em 2016, quando cinco pessoas morreram por causa da doença. Em 2016 foram notificados quase 5 mil casos da doença.

Os números são assustadores, visto que já batem todo o ano de 2018, quando foram notificados 122 casos em Pará de Minas. Mas somente nos três primeiros meses de 2019 já são mais de 400 notificações.

A Secretaria Municipal de Saúde intensificou as ações para tentar barrar a epidemia de Dengue. Uma delas é a realização semanal de mutirões de limpeza em duas regiões da cidade.

Nestas ocasiões os moradores devem colocar para fora de suas casas os materiais inservíveis que acumulam água e sempre as quintas e sextas-feiras agentes de combate a endemias e caminhões recolhem tudo para dar destinação correta.

Além disso, são realizadas palestras em escolas, empresas e até em igrejas, com o único objetivo de conscientizar a população dos perigos do mosquito transmissor da Dengue, Febre Chikungunya e Zika vírus.

Mesmo o poder público fazendo sua parte, com todo tipo de ação, o município obteve um resultado considerado alarmante no último Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa). No anterior feito em outubro de 2018 o índice foi de 2% de infestação e no realizado em janeiro de 2019, saltou para 2,4%.

Por isso o Departamento de Vigilância em Saúde resolveu multar quem não faz sua parte. Proprietários de lotes e de casas onde é constatado foco do mosquito são notificados e caso não revolvam o problema pagam multa de R$ 744,00.

O gerente de combate a Endemias Adailton Antônio Moreira confirma que 21 proprietários foram notificados e cinco deles multados,


Adailton Antônio Moreira
adailtonmultas

Combater o mosquito Aedes aegypti é dever de todos. Cada um deve fazer sua parte. E quem souber de alguém que não colabora, pode denunciar no Departamento de Vigilância em Saúde. O telefone é o (37) 3231-7755. Não é preciso identificar, apenas o endereço para que os agentes consigam entrar e fiscalizar.

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