Profissionais da Educação protestam nesta sexta em Pará de Minas contra as reformas propostas por Michel Temer

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Os profissionais das redes municipal e estadual de educação marcaram para esta sexta-feira, 30 de junho, mais uma manifestação em protesto contra as reformas pelo governo Michel Temer que tramitam no Congresso Nacional em Brasília.

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Os projetos propondo as reformas da Previdência Social e da área trabalhista são vistos pela categoria como prejudiciais. Os profissionais alegam que as propostas promovem a perda de direitos e a desvalorização da classe trabalhadora.

Já o governo federal tenta transmitir aos cidadãos que é preciso tomar estas medidas para conter os gastos públicos, gerar empregos e evitar um verdadeiro caos no país. Argumenta ainda que o rombo na Previdência Social vem crescendo assustadoramente e precisa ser extinto. Os trabalhadores não concordam e afirmam que Michel Temer governa para a elite e quer tirar direitos dos trabalhadores brasileiros.

As leis trabalhistas são consideradas arcaicas e dificultam as relações entre empregadores e empregados. Por isso já foi aprovada a terceirização de qualquer tipo de mão de obra e outras mudanças estão por vir. Porém, esse projeto que trata da terceirização já está no Supremo Tribunal Federal para ser analisado pelos ministros.

A manifestação desta sexta (30) em Pará de Minas terá início às 9 horas, com concentração na praça Padre José Pereira Coelho, Centro. O movimento vem sendo liderado pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE).

Tânia Valeriano Chaves Leite, presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal (SITRASERP), informa que os manifestantes pretendem sair em passeata pelas ruas centrais, visando chamar a atenção da sociedade paraminense sobre a necessidade de lutar por direitos que o governo federal quer retirar dos trabalhadores:

Tânia Valeriano Chaves Leite
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A sindicalista informa que todas as entidades de classe são convidadas a participar do movimento. No entanto, existe uma dificuldade das empresas privadas liberarem os funcionários para apoiar as manifestações:

Tânia Valeriano Chaves Leite
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Esta semana o presidente Michel Temer (PMDB-SP) afirmou que a reforma da Previdência será retomada. Este assunto continua parado e muitos acreditam que essa discussão não será retomada. Até porque Michel Temer foi denunciado por corrupção passiva pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, e enfrenta uma grave crise devido às denúncias apresentadas. Temer está focado apenas em sua defesa e articulando para que a Câmara dos Deputados não aceite a denúncia contra ele.

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