Presidente do Sindicato Rural afirma que para se manter no agronegócio tem que matar um leão por dia

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O agronegócio é um dos pilares da economia brasileira e assim como os demais setores produtivos vem enfrentando grandes desafios por causa da crise econômica. Para alguns produtores rurais, a má gestão também é um problema.

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Durante o ano de 2016, os governos federal e estadual, sequer conseguiram ajudar o homem do campo com a redução do custo de insumos. Pior ainda, os estoques reguladores de milho, soja e outros grãos, foram vendidos inadequadamente.

A produção que seria um aliado no controle do mercado se tornou um inimigo. No caso do milho, por exemplo, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do governo da ex-presidente cassada Dilma Roussef (PT), Kátia Abreu, vendeu todo o estoque regulador.

Após essa medida foi preciso importar o grão de outros países vizinhos, como foi o caso da Argentina. Essa postura acabou encarecendo a principal matéria prima de rações para aves, suínos e bovinos.

O presidente do Sindicato Rural Patronal de Pará de Minas, Eugênio Mendes Diniz, não poupa críticas às trapalhadas dos governantes. Ele cita como exemplo a importação de leite de má qualidade para derrubar o preço do produto no mercado:


Eugênio Mendes Diniz
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O sindicalista afirma que a falta de controle do mercado faz com que os preços de todos os produtos flutuem. Como resultado desse processo, produtor e consumidor final sofrem sérias consequências e o principal problema às vezes é político:

Eugênio Mendes Diniz
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Sobre o expediente do Sindicato Rural durante 2016, o movimento foi intenso. Muitos produtores rurais buscam assistência enquanto o Governo de Minas Gerais continua omisso e sem qualquer projeto de crescimento:

Eugênio Mendes Diniz
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Eugênio Mendes Diniz foi reeleito para mais um mandato como presidente do Sindicato Rural Patronal de Pará de Minas. A expectativa é de que a entidade de classe volte a participar dos grandes eventos no Parque de Exposições Francisco Olivé Diniz em 2017.

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