Moradores do São José encerram Festa de São Sebastião com missa, barraquinhas e sorteio

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A novena em honra a São Sebastião teve início no dia 11 de Janeiro na capela dedicada ao padroeiro localizada no alto do Bairro São José, em Pará de Minas, perto da subestação de energia elétrica da Cemig.

A comunidade pertence à Paróquia de Nossa Senhora da Piedade e é muito ativa. Ás segundas-feiras se reúne às 20 horas na igreja do padroeiro para rezar o terço mariano em louvor a Nossa Senhora das Graças.

Desde o dia 11 de Janeiro acontecerão missas seguidas da novena presididas pelos padre Adriano Bolognani, vigário auxiliar da Paróquia de Nossa Senhora da Piedade e celebração da palavra presidida pelo diácono Anderson Nunes. Também celebraram missa o padre Geraldo Marins Lisboa, Salesiano do Patronato; padre Leonardo Moisés de Azevedo, administrador da Paróquia de São Pedro e vigário responsável pela Forania Nossa Senhora da Piedade; padre Osmar Soares de Melo e padre Hedvan Richardson de Souza, administrador da Paróquia de São Francisco.

Na sexta-feira (18) a celebração eucarística será às 19h30min presidida pelo padre Edmar Antônio de Souza, que é de Pará de Minas, e trabalha na Paróquia de Nossa Senhora da Piedade de Itaúna.

No sábado (19) missa presidida pelo padre Charley Marcelino Silva, administrador da Paróquia de Nossa Senhora da Piedade. Ressaltando que todo dia está sendo sorteada uma linda imagem de São Sebastião entre os presentes.

No domingo, 20 de janeiro, dia do padroeiro São Sebastião, missa às 10 horas presidida pelo padre Adriano Bolognani, logo após descimento da bandeira do padroeiro e homenagem aos produtores rurais, barraquinhas com bebidas e comidas típicas.

Durante os dias da novena de São Sebastião foi divulgada uma palavra-chave; Quem anotou todas e conseguir repeti-las na sequência certa receberá R$ 300,00 em dinheiro e um lindo quadro de São Sebastião.

O prêmio será entregue para a primeira pessoa que participar por telefone, na segunda-feira, 21 de Janeiro, do programa Igreja em Ação, apresentado na rádio Santa Cruz FM, das 12 as 12h50min, pelos padres Charles Marcelino Silva e Adriano Aparecido Bolognani, com participação de Geraldo Rodrigues. Quem ligar deverá dizer as palavras na ordem correta para ganhar o prêmio.

Reprodução

Sobre São Sebastião
São Sebastião nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.

Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.

Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.

São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.

São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.

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