GRNEWS TV: Alimentação exige escolhas conscientes e embutidos como salsicha e presunto devem ser evitados, diz nutricionista

Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, a nutricionista clínica e materno-infantil Isabella Cançado trouxe orientações práticas para tornar a lancheira escolar mais saudável e explicou as principais mudanças da nova pirâmide alimentar adotada no Brasil.

Decisões na infância impactam a saúde ao longo da vida
A preocupação com a lancheira escolar vai além da praticidade e do gosto da criança. Especialistas alertam que decisões feitas na infância têm impacto direto na saúde ao longo da vida, especialmente quando o assunto envolve alimentos industrializados e hábitos familiares.

Embutidos devem ficar fora do cardápio
Produtos como salsicha, linguiça, bacon, presunto, mortadela e peito de peru estão entre os alimentos mais associados ao desenvolvimento de doenças graves, incluindo diferentes tipos de câncer. Por isso, a orientação é clara: esses itens não devem fazer parte da rotina alimentar, especialmente das crianças. A exposição precoce e contínua a esse tipo de alimento pode gerar consequências a longo prazo, já que o organismo infantil ainda está em formação.

Fruta não é igual a suco
Quando a criança não aceita a fruta in natura, muitos pais recorrem ao suco integral como alternativa. Apesar de manter vitaminas e minerais, o suco perde um componente essencial: a fibra. Ela é fundamental para a saciedade e o funcionamento do intestino. Para compensar, preparações caseiras podem incluir ingredientes como aveia, chia ou linhaça, ajudando a enriquecer o valor nutricional do lanche.

Introdução alimentar é um processo gradual
A recusa a determinados alimentos não surge de um dia para o outro. Por isso, a mudança precisa ser feita com paciência. Levar a criança ao supermercado, permitir que ela escolha frutas e legumes e convidá-la a experimentar sem obrigação são estratégias que favorecem a aceitação. O contato frequente e positivo com os alimentos ajuda a despertar o interesse de forma natural.

Exemplo da família faz diferença
Nenhuma orientação funciona se não houver coerência dentro de casa. A criança aprende observando. Se os pais não consomem verduras e legumes, dificilmente o filho fará diferente. Compartilhar refeições equilibradas e demonstrar prazer ao comer bem é uma das formas mais eficazes de incentivar hábitos saudáveis.

Construção diária de hábitos
A alimentação infantil saudável não se resume à lancheira. Ela é resultado de escolhas diárias, diálogo, paciência e envolvimento da família. Pequenas mudanças, feitas de forma contínua, ajudam a criar uma relação mais positiva e consciente com a comida desde a infância.

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