Líder sindical diz que produtor rural vive apavorado e com medo devido a insegurança no campo

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As pessoas que vivem no campo não têm sossego. Acabou a tranquilidade e a paz. O crescente aumento no registro de crimes na área rural está levando produtores rurais ao desespero.

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Eles não sabem mais quem recorrer para melhorar a segurança na zona rural. fazem parte da rotina de quem mora no campo os furtos de gado, cavalos, outros animais e bens de valor.

Isso sem falar nos casos de agressões e homicídios que são registrados com frequência nas áreas rurais de Minas Gerais. Os produtores rurais reclamam que os bandidos chegam armados em suas propriedades, sabendo que eles não podem possuir armas para se defenderem. A maioria cobra a flexibilização do Estatuto do Desarmamento para permitir o porte de arma ao cidadão de bem, interessado em proteger sua família.

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Um dos maiores críticos da falta de segurança no campo é o presidente do Sindicato Rural Patronal de Pará de Minas, Eugênio Mendes Diniz. Ele desabafa mais uma vez e diz que já está cansado de pedir melhorias da segurança no campo, mas ninguém faz nada e os crimes só aumentam:

Eugênio Mendes Diniz
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Eugênio Mendes Diniz disse ainda que além de gado e outros bens mais caros, os marginais que agem no campo também estão levando bens de menor valor, talvez para trocar por drogas:

Eugênio Mendes Diniz
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O líder sindical diz que o homem do campo vive com medo, pois, está completamente desprotegido. Se policiamento ostensivo, o produtor rural também não pode contar com telefone celular e internet, que na maioria das vezes não funcionam nas áreas rurais:

Eugênio Mendes Diniz
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Dados da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) referentes aos casos de violência nas comunidades e propriedades rurais de Minas Gerais confirma que entre 2013 e 2015, foi registrado um crescimento espantoso de 68% dos arrombamentos e furtos a residências rurais.

O mesmo levantamento aponta que os extravios de rebanhos de suínos, bovinos e equídeos, passaram de 868, em 2013, para 1.178 até setembro de 2015. O número deverá ser bem maior quando forem computados os crimes cometidos na zona rural nos últimos três meses do ano.

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