Especialista recomenda hidratação e alimentação saudável para manter o bom funcionamento do rim

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Dados do Ministério da Saúde aponta que no Brasil há cerca de 40 mil pessoas na fila de espera para doação de órgãos. A Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) é a responsável pela gestão e também pelas campanhas educativas que tentam mudar a mentalidade das pessoas. Hoje a taxa de recusa de doação de órgãos por parentes é de 43%.

Um dos órgãos cuja fila de espera é uma das maiores é o rim. Até agosto do ano passado, data do último levantamento realizado, a fila é de mais de 21 mil pacientes. Minas Gerais é o estado que tem a segunda maior lista de espera, são 2.323 pacientes aguardando um rim.

Nesta quinta-feira, 14 de março, a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) comemora o Dia Mundial do Rim. Todo ano as campanhas são voltadas à conscientização das pessoas dos cuidados com o órgão e a importância da doação. Em 2019 o tema é Saúde dos rins para todos!.

Para tratar deste assunto, a reportagem do Portal GRNEWS conversou nesta quarta-feira, 13 de março, com o nefrologista Gabriel Bittencourt Braga. O profissional explica a importância do órgão para o funcionamento do corpo humano e as doenças que contribuem para o agravamento da insuficiência renal:


Gabriel Bittencourt Braga
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Um dos tratamentos para a insuficiência renal é a temida hemodiálise, um método de filtração do sangue por meio de um rim artificial que remove as impurezas da circulação sanguínea e devolve ao corpo o sangue com as propriedades adequadas. O tempo médio da hemodiálise é de quatro horas e em média são três sessões por semana.

Segundo o nefrologista 60% dos pacientes com problemas nos rins tem diabetes tipo 1 ou 2 e pressão alta. Por isso é importante cuidar da saúde e manter uma alimentação saudável:

Gabriel Bittencourt Braga
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A hemodiálise é uma das formas de tratamento que ajuda a prolongar a vida e melhorar o bem estar do paciente. Quando há a falência do rim somente o transplante pode ajudar e é aí que começam as principais dificuldades. Como as filas de espera que crescem a cada ano. São dois tipos de transplantes existentes e as campanhas de conscientização ajudam a melhorar gradativamente estes números:

Gabriel Bittencourt Braga
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Os principais sintomas da insuficiência renal são mal estar geral, fadiga, coceira generalizada, pele seca, perda de peso e apetite e náuseas. Caso tenha estes tipos sintomas por um tempo prolongado procure um médico e faça os exames.

Para diagnosticar doenças renais exames padrão de laboratório já são suficientes. Eles incluem avaliação do nível de creatinina. Pode-se fazer também a urinálise que é o exame físico, químico ou microscópico da urina e também um ultrassom dos rins.

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