Ordem de Dilma é limpar as gavetas e PSDB divulgará carta aos brasileiros, diz Eduardo Barbosa

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Continuam as discussões relativas ao processo de impeachment no Senado Federal que poderá resultar no afastamento da presidente da república, Dilma Rousseff. A ação movida por juristas alega que houve crime de responsabilidade fiscal por parte dela.

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Nesta segunda-feira (2) a Comissão Especial de senadores ouviu o professor do Departamento de Direito Econômico-Financeiro e Tributário da Universidade de São Paulo (USP) José Maurício Conti.

Ele afirmou durante a terceira reunião da comissão que o crédito suplementar feito pelo governo federal pode ser considerado como crime de responsabilidade. A afirmação foi baseada na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Os parlamentares já ouviram os autores do pedido, os juristas Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. Já se pronunciaram na defesa da presidente os ministros José Eduardo Cardoso (AGU), Nelson Barbosa (Fazenda) e Kátia Abreu (Agricultura).

O processo segue o rito previsto na Constituição Federal e orientado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) o guardião do cumprimento da lei máxima do país. A expectativa é de que na próxima semana o novo governo assuma o comando do país.

Se a Comissão Especial votar a favor do pedido de afastamento a presidente da República será afastada inicialmente por até 180 dias. A expectativa é de que isso ocorra, na avaliação do deputado federal Eduardo Barbosa (PSDB).

O parlamentar afirma que dentro do Congresso Nacional já ficou claro que no dia 12 de maio o vice-presidente Michel Temer governará o país. Ele revela que existe até uma ordem interna para limpar as gavetas do atual governo:

Eduardo Barbosa
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Eduardo Barbosa informa ainda que foi realizada uma reunião dos deputados federais do PSDB em Brasília e nesta terça (3) será publicada uma carta a toda a população brasileira sobre a postura do partido no novo governo:

Eduardo Barbosa
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Caso seja afastada pelos senadores, a presidente Dilma Rousseff continuará recebendo salários e morando no Palácio do Planalto. O fim do processo será definido pelo plenário do Senado Federal, que poderá afastá-la definitivamente ou encerra o processo para que Dilma retome o governo.

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