GRNEWS TV: Grupo Dandara antecipa programação da semana de arte e resistência negra
- Pará de Minas
- 8 de novembro de 2026
Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, o advogado Antônio Carlos Lucas e os professores Cisa Penha, Sueli Regina e Dezinho debateram consciência negra, informaram que o Grupo Dandara prepara uma programação diversificada para valorizar a cultura afro-brasileira, ampliar debates sobre igualdade racial e homenagear personalidades negras em Pará de Minas. As atividades incluem oficinas educativas, apresentações artísticas, desfile, ações culturais e a segunda Marcha da Mulher Negra, marcada para 20 de novembro.
Cultura negra ocupa diferentes espaços
A agenda prevê participação na Academia de Letras de Pará de Minas, com apresentação de um escritor negro e uma peça teatral. Em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, serão realizadas oficinas de capoeira, confecção de máscaras africanas e contação de histórias em escolas.
O grupo também participará de uma roda de conversa em Florestal. Outra iniciativa, organizada em parceria com um centro comercial, reunirá modelos negros em um desfile que celebra a beleza negra, além de apresentação musical do grupo Casa de Dondé.
Homenagem a Benjamim de Oliveira
No dia 19, o Grupo Dandara e o Circolino promoverão uma lavagem simbólica da estátua de Benjamim de Oliveira, no bairro Bariri. A atividade terá participação de baianas, escolas, sarau e apresentação circense.
A homenagem continua no dia 20, quando os participantes seguirão a pé até o Centro Literário. O grupo também prepara uma música inédita dedicada a Benjamim, reconhecido como o primeiro palhaço negro de destaque no Brasil e lembrado por sua atuação como artista múltiplo.
Marcha convida a população
A segunda Marcha da Mulher Negra está programada para 20 de novembro, feriado, com saída às 18h e chegada prevista para as 19h, no Centro Literário. Representantes de grupos como as Cantadeiras do Engenho, capoeiristas, congadeiros e integrantes do hip-hop também devem participar.
A proposta é reunir diferentes segmentos da comunidade e promover reflexão sobre a história, a cultura e a resistência da população negra.
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