Projeto Quinta Museu terá edição especial com noite de seresta em homenagem às mães

O projeto Quinta no Museu prepara uma celebração repleta de nostalgia e afeto para homenagear as mães. Excepcionalmente, a edição deste mês foi antecipada para o dia 7 de maio, fugindo do cronograma tradicional das terceiras quintas-feiras, justamente para integrar as comemorações da semana dedicada àquelas que são únicas em nossas vidas. O evento faz parte de um ciclo especial definido para 2026, focado em resgatar a seresta, um gênero musical que carrega a essência da qualidade melódica brasileira para o mundo.

Divulgação/Prefeitura de Pará de Minas

O diretor do museu, Alaércio Antônio Delfino, ressalta que o objetivo deste ano é realizar apenas seis edições, todas dedicadas a essa tradição musical. “Estamos tentando resgatar essa música tão importante”, afirma o diretor, destacando que o espetáculo acontecerá na área externa da instituição, com entrada totalmente gratuita e pontualidade britânica, iniciando às 20 horas:

Alaércio Antônio Delfino
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Formação do grupo Bemol e o repertório da saudade
Para dar vida a essa homenagem, foi formado o grupo Bemol, que surgiu de conversas informais e reuniões de músicos já consagrados no cenário de Pará de Minas. Maurício Chaveiro, convidado pelo diretor para capitanear o projeto, reuniu amigos de longa data para essa missão. O conjunto conta com a experiência de Ivanzinho na bateria e Marinho no violão, artistas que compartilham décadas de palcos e bailes.

O repertório foi selecionado para tocar o coração de quem aprecia as grandes composições do passado. Segundo Maurício, o público de média idade e os amantes da boa música reconhecerão canções que foram gravadas por grandes orquestras mundiais. A expectativa é que os presentes não sejam apenas ouvintes, mas que cantem junto cada letra, transformando o museu em um grande coro de seresta:

Maurício Chaveiro
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Divulgação/Prefeitura de Pará de Minas

A trajetória e a paixão de Maurício Chaveiro
A noite terá um significado profundo para Maurício Chaveiro, cuja vida se confunde com a própria história musical da cidade. Com uma carreira iniciada em grupos jovens e igrejas, ele acumula passagens marcantes por locais icônicos como o Sindicato Têxtil e a Churrascaria Escanteio, onde tocou por anos em épocas em que os bailes dominavam a vida social.

Ao longo de sua jornada, Maurício teve a honra de dividir o palco ou acompanhar lendas da música brasileira. “Tive participação especial no Escanteio… toquei com o grande Nelson Gonçalves, toquei com Ângela Maria, também com Sérgio Reis”, recorda o músico com orgulho. Ele também destaca sua parceria de mais de três anos com Geraldo Souza e momentos inesquecíveis ao lado de figuras como Geraldinho Cavaquinho:

Maurício Chaveiro
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Para ele, a música é mais que uma profissão; é um combustível vital. “Eu acho que estou vivo até hoje por causa da música”, confessa. Seja diante de duas pessoas ou de uma multidão de milhões, ou até mesmo sozinho em seu quarto, Maurício afirma tocar com a mesma emoção e alegria:

Maurício Chaveiro
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Nesta quinta-feira (07), esse entusiasmo será direcionado a todas as mães, com um convite aberto para que ninguém perca essa oportunidade de celebrar o amor materno em um ambiente de pura arte durante esta edição especial do projeto Quinta no Museu.

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