Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro realizou mais de oito mil resgates no mar em 2026
O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) apresentou um balanço expressivo de suas atividades operacionais na orla. Nos primeiros quatro meses deste ano, as equipes de salvamento marítimo já totalizaram 8.255 intervenções para socorrer banhistas em situações de perigo nas praias do estado.
Queda no número de ocorrências em relação ao ano anterior
Apesar do volume elevado de resgates, os dados indicam uma redução na demanda por socorro imediato quando comparados ao desempenho de 2025. No ano passado, o ritmo de salvamentos foi mais intenso, registrando quase 8.500 ações apenas no curto período entre o início de janeiro e o dia 22 de fevereiro. A queda atual sugere uma variação na dinâmica de frequentadores ou nas condições marítimas enfrentadas pelos militares.
Principais riscos e o perigo das correntes de retorno
A maioria dos salvamentos efetuados pelos guarda-vidas em 2026 esteve relacionada a comportamentos perigosos por parte do público, como o banho em áreas sinalizadas como impróprias. As correntes de retorno, que possuem força suficiente para arrastar nadadores em direção ao alto-mar, continuam sendo a principal armadilha natural que leva às operações de resgate.
Orientações fundamentais para evitar acidentes
Para conter o índice de afogamentos e garantir a integridade de quem frequenta o litoral fluminense, o CBMERJ reforça protocolos essenciais de segurança. A principal recomendação é que o banhista respeite rigorosamente as bandeiras vermelhas, que indicam perigo alto, e busque sempre se refrescar em locais monitorados por postos de salvamento.
Além disso, a corporação alerta para os perigos de nadar após o consumo de álcool e em áreas próximas a pedras ou costões, onde a força da correnteza pode causar colisões graves. Outro ponto de atenção é o banho noturno: os bombeiros desaconselham a prática devido à baixa visibilidade, que impede a identificação de ondas fortes, pedras submersas e até o contato acidental com a fauna marinha. Com informações da Agência Brasil
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