GRNEWS TV: Vereador critica UBSs improvisadas no Seringueiras e São Paulo e pressão por melhorias na saúde em Pará de Minas
Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, o vereador Leandro Guimarães Vieira, o Léo do Depósito, falou sobre temas diversos relacionados a sua atuação parlamentar da Câmara Municipal de Pará de Minas
Atendimento em casas adaptadas preocupa moradores
A situação das Unidades Básicas de Saúde que atendem a região do Residencial Xavier Capanema, popularmente conhecida como Seringueiras, voltou a ser motivo de debate em Pará de Minas. Atualmente, os atendimentos destinados aos moradores dos bairros Seringueiras e São Paulo estão sendo realizados em imóveis alugados e adaptados, situação que tem gerado reclamações de usuários do Sistema Único de Saúde.
As unidades passaram a funcionar nesses locais após a interdição da antiga UBS Amaral Lima da Costa, que ficou inutilizada por problemas estruturais. Desde então, o atendimento foi transferido para casas improvisadas enquanto se aguardava uma solução definitiva para a construção de uma nova unidade de saúde na região.
Estrutura limitada dificulta atendimento
Relatos apontam que os espaços atuais não oferecem estrutura adequada para o funcionamento pleno dos serviços de saúde. No caso da unidade que atende o bairro Seringueiras, a situação seria ainda mais delicada. O imóvel utilizado apresenta espaço reduzido, além de problemas como goteiras e apenas um banheiro compartilhado entre pacientes e servidores.
A unidade que atende o bairro São Paulo funciona em uma residência um pouco mais ampla, mas ainda assim considerada insuficiente para a demanda da população. Profissionais e usuários relatam que o atendimento ocorre em ambiente improvisado, o que pode comprometer o conforto e a qualidade do serviço prestado.
Promessa de nova unidade ainda não se concretizou
Havia a expectativa de construção de uma nova UBS na região a partir de recursos estimados em cerca de R$ 2,4 milhões. A verba teria sido indicada ainda em legislaturas anteriores por meio de articulação política junto ao governo estadual. No entanto, até o momento, os recursos não chegaram ao município, o que mantém a comunidade dependente das estruturas provisórias.
Queixas sobre demora em consultas e exames
Além da estrutura física, moradores também relatam dificuldades para marcar consultas e realizar exames. Há casos de pacientes aguardando meses por atendimento básico nas unidades e ainda mais tempo para retorno médico após a realização de exames.
Especialistas em gestão da saúde pública apontam que investir na atenção primária, realizada nas UBS, é essencial para evitar a sobrecarga em serviços mais complexos. Sem estrutura adequada na porta de entrada do sistema, problemas simples podem se agravar e gerar maior pressão sobre hospitais e atendimentos especializados.
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