GRNEWS TV: Atendimento inclusivo e menos barulho ampliam cuidado com autistas em Pará de Minas
Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Camila Gonçalves de Araújo, a Camila Mão Amiga, vereadora, abordou temas relacionados a causa animal, pessoas com deficiência e expectativas para 2026 na Câmara Municipal de Pará de Minas.
Prioridade e acolhimento nos serviços de saúde
Garantir um atendimento mais humano e, sempre que possível, prioritário para pessoas com deficiência, especialmente autistas, tem sido uma das preocupações centrais nas discussões recentes em Pará de Minas. Dentro do ambiente da saúde, a triagem define urgências, mas a proposta é que esses pacientes recebam um olhar diferenciado, capaz de reduzir crises e desconfortos durante o atendimento.
Diagnósticos crescem e exigem mais apoio
O número de diagnósticos de Transtorno do Espectro Autista (TEA) cresce de forma significativa em todo o país, realidade já reconhecida pelo governo federal, que passou a ampliar recursos voltados a esse público. Com mais famílias buscando apoio, aumenta também a necessidade de políticas públicas que ofereçam suporte adequado, tanto para a pessoa com deficiência quanto para seus cuidadores.
Entender para acolher melhor
Muitas crises ainda são confundidas com “birra”, o que reforça a importância da informação. Identificar uma deficiência não visível no momento da chegada à unidade de saúde, por exemplo, já permite que a equipe adapte a abordagem. A proposta é que familiares possam alertar os atendentes, facilitando um atendimento mais respeitoso e eficiente.
Pulseiras de identificação e capacitação
A iniciativa de utilizar pulseiras de identificação para pessoas com deficiência tem como objetivo justamente alertar os profissionais e garantir mais sensibilidade no atendimento. Além disso, está prevista a realização de diálogos diretos com equipes da UPA de Pará de Minas, explicando a finalidade da medida e orientando sobre o dia a dia de pessoas autistas.
Combate ao barulho que causa sofrimento
Outra frente importante é o enfrentamento aos fogos de artifício com estampido. Embora já exista lei que proíba a soltura, a dificuldade de fiscalização motivou uma nova proposta: impedir a comercialização desses fogos no município. A medida busca proteger não só pessoas autistas, mas também animais, idosos e todos que sofrem com o impacto do barulho excessivo.
Fiscalização mais eficaz
Ao atacar a raiz do problema, a venda, a fiscalização se torna mais simples e efetiva. A expectativa é que a medida reduza o uso desses fogos e contribua para uma cidade mais inclusiva, silenciosa e respeitosa.
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