Após muitas demissões e aumento do desemprego no comércio paraminense, situação estabiliza

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A recessão econômica provocada pela atual crise financeira do país continua registrando números negativos. O número de desempregados desacelerou, mas ainda continua perto da casa dos 14 milhões.

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Sem renda o trabalhador não tem como consumir produtos e serviços. Com isso ocorre um efeito cascata que afeta a indústria e o comércio. Para os especialistas essa estagnação da economia deverá ser revertida em um médio prazo.

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) poderá acontecer uma queda recorde de 3,3% no emprego do varejo este ano, em comparação com o ano de 2015. Isso representa o fechamento de 300 mil postos de emprego no comércio em todo o Brasil.

Se for confirmada essa expectativa, será a mais intensa queda no número de vagas no setor desde 2004, quando teve início a série histórica. A previsão foi embasada nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência Social.

As estimativas de recuo, tanto para vendas quanto para emprego, são influenciadas por fatores negativos que freiam o consumo. Entre eles estão: renda do trabalhador em queda, juros ainda elevados, crédito restrito e alto patamar de endividamento das famílias.

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Em Pará de Minas o comércio não foge a regra. Fausto José Conceição Abreu, presidente do Sindicato dos Comerciários de Pará de Minas, confirma que o desemprego também atingiu o setor provocando a diminuição das vagas. A boa notícia é que a situação estabilizou nos últimos três meses:

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O sindicalista citou alguns estabelecimentos comerciais como exemplo. Segundo ele, muitas lojas fecharam e foram abertas em outras regiões da cidade devido às dificuldades de se manterem no centro:

Fausto José Conceição Abreu
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Para superar os efeitos da crise, muitos comerciantes reduziram o quadro de funcionários, cortaram gastos ao máximo e usaram a criatividade para atrair a clientela e sobreviver no mercado.

Nesta terça (30) foi divulgada mais uma pesquisa com indicadores do desemprego em todo o país. O índice subiu para 11,6% da população economicamente ativa, o maior da história desde o início da pesquisa, o que significa que 11 milhões e 800 mil pessoas estavam desempregadas no mês de julho. Considerando que estamos no fim de agosto, este número deve estar próximo de 12 milhões de desempregados no Brasil.

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