Caso a Câmara Municipal confirme devolução de R$ 800 mil, prefeito está pronto para implantar Olho Vivo

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Continuam as discussões em torno a implantação sistema de monitoramento por câmeras denominado Olho Vivo. O assunto se transformou em uma verdadeira novela em Pará de Minas depois que o prefeito Elias Diniz (PSD) anunciou a assinatura de um termo de cooperação técnica com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

A notícia surpreendeu muitas pessoas, entre as quais, os diretores da Associação Empresarial de Pará de Minas (ASCIPAM). O chefe do Poder Executivo propôs uma parceria em que a entidade ajudaria com R$ 800 mil.

Mas, a diretoria da entidade afirmou que no projeto original apresentado a prefeitura não estava previsto um aporte neste valor. O sistema seria diferente e mais barato do que a chamada Cidade Inteligente, apresentada pelo prefeito.

Os empresários também disseram que não foram informados do novo projeto do poder público. A Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) também se propôs a ser parceria e ajudar no que for necessário.

Já o presidente da Câmara Municipal, Marcus Vinícius Rios Faria (MDB) participou de uma visita às cidades de Arcos e Moema, quando uma comitiva paraminense conheceu os dois sistemas de monitoramento.

Apesar de concordar que Pará de Minas deve adotar o que existe de mais moderno, o presidente Marcus Vinícius Rios Faria disse que a Câmara Municipal tem os R$ 800 mil para a implantação do Olho Vivo no modelo que funciona na cidade de Arcos.

Esses recursos podem ser devolvidos pelo Poder Legislativo para que a prefeitura coloque o projeto em fase de execução. Contudo, isso precisa ser feito em comum acordo entre as partes.

Nesta quarta-feira, 29 de agosto, o prefeito Elias Diniz explicou que o projeto de monitoramento por câmeras é muito complexo por causa do avanço da tecnologia. É importante ter um sistema avançado que garanta a segurança de todo o município:


Elias Diniz
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O chamado Olho Vivo tem vários modelos de projeto para os interessados em aumentar a segurança pública. A proposta pelo chefe do Poder Executivo tem câmeras que identificam suspeitos até mesmo sem iluminação:

Elias Diniz
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Já a Cidade Inteligente contempla a rede de fibra ótica e um sistema de radiotransmissão nas luminárias dos postes. As lâmpadas também serão trocadas pelos modelos de LED com maior durabilidade:

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O projeto será executado em três etapas. A primeira fase envolve o projeto Olho Vivo e custará R$ 2,4 milhões aos cofres públicos. Já a troca do parque iluminotécnico chegará ao um montante final de R$ 16 milhões:

Elias Diniz
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O gestor garante que o município já está pronto para elaborar o processo licitatório para a execução do projeto. Já estão em caixa R$ 900 mil da prefeitura, R$ 700 mil do governo federal e falta apenas os R$ 800 mil que serão devolvidos pelo presidente da Câmara Municipal:

Elias Diniz
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Como o prefeito Elias Diniz esperava um aporte de R$ 800 mil da ASCIPAM, esse valor pode vir da devolução de verbas por parte da Câmara Municipal. Mas o discurso do presidente do Legislativo paraminense é de bancar um sistema mais barato. Ao que parece, o assunto ainda deve gerar muita discussão.

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