Vereador cobra licitação para obras no Campo do Rio Branco
Projeto não sai do papel
A demora para transformar uma emenda parlamentar de R$ 400 mil em obras no Campo do Rio Branco, em Pará de Minas, voltou a ser questionada pelo vereador Marcílio Magela de Souza. Durante pronunciamento na Câmara Municipal, ele cobrou agilidade na licitação e destacou as dificuldades enfrentadas para conseguir recursos destinados ao município.
O parlamentar também relatou que havia recebido informações de que a execução dos serviços estaria relacionada à tramitação do projeto de alteração do Código Tributário. Após nova conversa com o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Marcos Vinícius de Oliveira Santos, afirmou ter recebido agora uma explicação diferente e disse esperar que o processo licitatório avance.
Recursos aguardam execução
A verba de R$ 400 mil foi obtida junto ao deputado federal Diego Andrade para intervenções no Estádio Edson Campolina Pontes, conhecido como Campo do Rio Branco. Entre as prioridades estão a construção de muros nas ruas José Gregório e Niterói, além de melhorias em estruturas internas, incluindo os vestiários.
O custo estimado supera o valor da emenda em aproximadamente R$ 160 mil. Segundo Marcílio, havia entendimento para que a Câmara devolvesse essa diferença à Prefeitura, permitindo complementar o orçamento. Na manifestação, ele demonstrou insatisfação com a possibilidade de o município não assumir a parte restante do investimento, mas afirmou ter ficado mais tranquilo após a explicação recebida sobre a continuidade da licitação:
Marcílio Magela de Souza
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Vereador espera conclusão do processo
Marcílio ressaltou que obter recursos parlamentares exige articulação e que a demora na aplicação do dinheiro pode desestimular novos repasses. Ele citou outras cobranças relacionadas a emendas e mencionou os R$ 400 mil destinados à reforma da quadra do bairro Belvedere, também pelo deputado Diego Andrade.
O vereador reconheceu o trabalho da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, mas ponderou que a falta de pessoal pode comprometer a agilidade dos processos. Na avaliação dele, é necessário acelerar as licitações para que os recursos conquistados resultem em melhorias efetivas para a população:
Marcílio Magela de Souza
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Obra deve ficar para o próximo ano
Durante a fala, Marcílio afirmou que a execução dos serviços no Campo do Rio Branco não deverá ocorrer ainda em 2026, ficando para o próximo ano. Ele espera que a licitação seja finalizada, que a empresa vencedora seja anunciada e que as intervenções comecem.
O parlamentar também destacou a preocupação com os muros do campo e com os voluntários que atuam na recuperação do espaço. Para ele, a prioridade é garantir que o dinheiro já destinado seja efetivamente aplicado e que a obra saia do papel.
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