Manifestantes ateiam fogo em pneus e interditam MG-431 em Itaúna protesto contra reformas

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Na manhã desta sexta-feira, dia 28 de abril, um grupo de manifestações com bandeiras, camisas e cartazes interditaram o trânsito de veículos na rodovia MG-431, próximo ao Parque de Exposições de Itaúna.


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Eles atearam fogo em pneus e impediram a passagem de carros, ônibus, motos, entre outros. O objetivo era chamar a atenção das autoridades para o descontentamento com a proposta de reforma da Previdência Social.


Além disso, os trabalhadores estão mostrando indignação com a lei aprovada que autoriza a terceirização de qualquer atividade e a chamada reforma Trabalhista. A legislação foi considerada por muitos como um retrocesso.


Capitão Alexandro César de Souza, subcomandante da 5ª Companhia Independente da Polícia Militar de Itaúna, informa que a negociação para a liberação das pistas foi tranquila e a ordem pública foi mantida no local:


Capitão Alexandro César de Souza
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A Proposta de Emenda Constitucional (PEC 287) que dispõe sobre a reforma da Previdência, está sendo discutida em uma Comissão Especial na Câmara dos Deputados, em Brasília. A matéria seguirá para a votação em plenário.


Se for aprovada pelos deputados federais, ela ainda será analisada pelo Senado Federal. Apesar de centenas de emendas e de algumas alterações adotadas pelo governo federal, os manifestantes querem a derrubada a proposta.

Noel Marcelo de Almeida, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas de Itaúna, afirma que toda a sociedade será atingida pelas reformas e por isso é importante unir forças para defender os direitos trabalhistas:


Noel Marcelo de Almeida
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Os manifestantes também ocuparam as ruas de Itaúna e se aglomeraram em frente ao prédio da prefeitura nesta sexta-feira, 28 de abril, durante a greve geral realizada em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Muitos servidores públicos apoiaram o movimento e os protestos geraram grandes transtornos nas capitais e nas cidades de maior porte devido à falta de ônibus, trem e metrô. Em alguns locais, agências bancárias também não abriram.

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