Pará de Minas passa a seguir decretos estaduais e pode reabrir comércio na próxima semana

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Está em fase de finalização no antigo prédio do extinto Pronto Atendimento Municipal José Porfírio de Oliveira, no bairro Senador Valadares, uma unidade de saúde que tratará especificamente pessoas com sintomas gripais e respiratórios. O local passa por uma adequação onde profissionais estarão 24 horas atendendo pacientes que forem diagnosticados com febre, coriza, dor no corpo e dificuldades para respirar.

Servidores da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura trabalham diariamente no local para coloca-lo em funcionamento o quanto antes, já que o Ministério da Saúde prevê que o pico da doença será entre os dias 6 e 20 de abril em todo o país.

O prefeito Elias Diniz (PSD) garante que ao menos 16 leitos estarão disponíveis para tratar casos suspeitos e confirmados do novo coronavírus (COVID-19), no Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) e na unidade do bairro Senador Valadares:


Elias Diniz
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Nos últimos dias a prefeitura de Pará de Minas baixou oito decretos que tratam da Situação de Emergência em Saúde Pública devido o novo coronavírus no município. O de número 11.045/2020 trata do fechamento do comércio na cidade para conter o avanço da doença e tem validade até segunda-feira, 30 de março.

Após esta data, o município passa a seguir os decretos estaduais, como explica o prefeito Elias Diniz:

Elias Diniz
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Ainda não está definido como o governador Romeu Zema (Novo) vai encarar oficialmente o isolamento social defendido por especialistas em saúde, o Ministério da Saúde e até mesmo o secretário de Estado de Saúde Carlos Eduardo Amaral.

O secretário inclusive, durante coletiva de imprensa na quinta-feira (26), classifica que neste momento o isolamento é fundamental para evitar o crescimento exponencial da pandemia. “É necessário que a população entenda que, a partir do momento em que o isolamento é feito, há uma demora entre sete e 14 dias para que esse isolamento comece a dar resultado. Quanto mais rápido ocorrer o aumento de casos, maior é o estresse do ponto de vista assistencial, maior é a dificuldade de atender os possíveis doentes. O isolamento tende a achatar a quantidade de casos que ocorrem a cada dia e isso permite que o SUS se adapte, prepare leitos e traga um atendimento melhor em sua prestação de serviços. As pressões do setor econômico são importantes e de fato devem ser levadas em consideração, mas, neste momento, entendemos que o isolamento é fundamental. Assim que tivermos informações de que essas medidas estão tendo de fato resultados, iremos reavaliar a situação”, pontuou.

Na tarde desta sexta (27), Romeu Zema disse que iniciará um estudo para verificar a viabilidade de reabertura de alguns setores comerciais nas regiões de Minas Gerais.

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