Profissionais da educação organizam mais uma greve geral para protestar contra as reformas da Previdência e Trabalhista

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Após a avalanche de denúncias do empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS, a crise política voltou a gerar tumultos em Brasília. A delação premiada que foi divulgada caiu como um balde de água fria em Michel Temer (PMDB-SP) e sua equipe.

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O governo federal vinha trabalhando junto a deputados federais e senadores a aprovação de várias propostas de reforma. A trabalhista já foi votada e aprovada na Câmara dos Deputados e inclui a terceirização de qualquer atividade nas empresas privadas ou públicas. O projeto segue em discussão no Senado.

Outro projeto que continua sendo discutido é a polêmica reforma da Previdência. Pela proposta, a grande maioria dos brasileiros irá se aposentar com 65 anos e terá que trabalhar mais tempo para conseguir o benefício.

A proposta gerou protestos em todo o país e as manifestações foram realizadas nas ruas. Entretanto, a lei sofreu algumas mudanças e está quase sendo paralisada por causa da crise política.

Porém, no dia 30 de junho será deflagrada mais uma greve geral para protestar contra as reformas da Previdência e Trabalhista. Mais uma vez os profissionais da educação estão organizando o movimento e convocando toda a sociedade.

De acordo com Leandro Augusto de Assis Fonseca, presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), sub-sede de Pará de Minas, a última greve geral que aconteceu em 28 de abril e os resultados foram altamente positivos:


Leandro Augusto de Assis Fonseca
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O sindicalista informa na próxima terça-feira, 20 de junho, será feita uma panfletagem sobre os movimentos grevistas. Os educadores também estão batalhando algumas causas trabalhistas junto ao governo do Estado:

Leandro Augusto de Assis Fonseca
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Ele explica que as escolas que aderirem aos dias de paralisações poderão fazer a reposição das aulas perdidas através de um comum acordo entre diretores, professores, pais e alunos:

Leandro Augusto de Assis Fonseca
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A reforma da Previdência já foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e a Comissão Especial. Ela deverá ser analisada pelo plenário da Casa e precisa de no mínimo 308 votos favoráveis para ser aprovada. Se passar, a proposta é encaminhada ao Senado Federal.

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