Luta Antimanicomial garante direitos para pessoas com sofrimento mental e mudança no tratamento

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O município de Pará de Minas realizou durante três dias desta semana diversos eventos para lembrar o Dia Nacional do Movimento Antimanicomial ou Luta Antimanicomial, nesta sexta-feira, 18 de maio. A data relembra um Encontro dos Trabalhadores de Saúde Mental ocorrido em Bauru.

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Foram anos de luta por mudanças nas condições de tratamentos dos pacientes com transtorno mental no Brasil. A partir daí criou-se uma nova política de atenção à saúde mental.


Há muitos anos a pessoa com algum transtorno mental era marginalizada, taxada de louca e submetida à internação compulsória em manicômios. Essa realidade mudou para tratamentos especializados.


A Secretaria Municipal de Saúde promoveu várias atividades esta semana com a participação de diversos equipamentos como o Centro de Referência em Saúde Mental (CERSAM) e o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD).


Nesta sexta-feira (18) foi realizada uma mobilização na praça Padre José Pereira Coelho, Centro, para divulgar os serviços de saúde mental disponibilizados pelo município e uma exposição dos trabalhos dos pacientes atendidos pela rede.


De acordo com Waldemar Bicalho Campos, coordenador da Saúde Mental, Álcool e outras Drogas da Secretaria Municipal de Saúde, o principal objetivo é mostrar para toda a população os direitos que as pessoas com sofrimento mental tem e que são assegurados por lei:


Waldemar Bicalho Campos
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Para a psicóloga Maria Saraiva, a história mostra que os internamentos em manicômios não tinham bons resultados. Atualmente os especialistas adotam a política de tratar as pessoas para que possam conviver bem em sociedade:


Maria Saraiva
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O município de Barbacena é uma das mais conhecidas em Minas Gerais pela existência de manicômios. A cidade contava com sete instituições. O Hospital Colônia, por exemplo, recebeu milhares de pacientes e o cenário era assustador. Os fatos que ocorreram com milhares de pessoas no local foi caracterizado como holocausto brasileiro e retratado em livro pela jornalista mineira, Daniela Arbex.

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