Monitoramento do Governo de MG mostra que Pará de Minas diminui isolamento social e aumenta leitos ocupados

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O Estado de Minas Gerais registrou até esta sexta-feira, 14 de agosto, 168.428 casos confirmados e 3.943 óbitos em decorrência da COVID-19. Somente em 24 horas foram 3.513 novos casos e 97 mortes. Enquanto isso, Pará de Minas registra 268 casos confirmados e sete óbitos. Números considerados altos para uma cidade de 100 mil habitantes e que desde o início da pandemia criou medidas para diminuir a propagação do novo coronavírus.

O Portal GRNEWS teve acesso a dados monitorados diariamente pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), que apresenta a ocupação de leitos em cada município e ainda o distanciamento e isolamento social mantidos pela sociedade em geral.

No final de julho, quando a cidade não havia aderido ao Minas Consciente, plano do governo estadual para reabertura do setor econômico, Pará de Minas tinha 44,68% dos leitos totais do Sistema Único de Saúde (SUS) ocupados, e destes, 23,40% eram pacientes com COVID-19.

Desde então novos casos foram registrados na cidade, incluindo óbitos confirmados, que agora chegam a sete na cidade. Na quinta-feira, 14 de agosto, o Portal GRNEWS checou novamente os dados que mostram que a microrregião tem 45,29% dos leitos ocupados. Destes, 16,76% são com pacientes confirmados com o novo coronavírus.

Já Pará de Minas não registrou aumento no número de leitos de UTI do SUS ocupados, mantendo em 44,68%. Porém, houve uma crescente de pacientes internados com COVID-19, passando para 25,53%.

Cresceu também a ocupação de leitos em cidades da região. Lagoa da Prata por exemplo tem 88,89% dos leitos ocupados; Itaúna tem 77,78% e Divinópolis, 56%.

Quanto ao distanciamento social, segundo a SES, Minas Gerais tem média atual de 41,91% da população isolada. A região Oeste é a que menos mantem este distanciamento, estando em 37,09%.

Pará de Minas tem 35,49% da população seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e se mantendo em casa, saindo apenas para o necessário. É a segunda cidade da microrregião que menos mantém o isolamento.

Este número é menor que o registrado em julho e mostra que aos poucos as pessoas tem voltado à rotina normal, mesmo em meio a uma pandemia. Mas o que muita gente esquece é que esta volta à nova normalidade pode provocar fechamento de setores econômicos e talvez um segundo pico da doença. Por isso é importante seguir as recomendações e evitar ser mais uma vítima da COVID-19.

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