Avança processo para viabilizar cumprimento de lei que prevê a castração de animais de rua em Pará de Minas

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A comissão formada por membros da Secretaria Municipal de Saúde, Associação Ama Pangéia – Amigos do Meio Ambiente e da sociedade civil se reuniu pela primeira vez na tarde desta quinta-feira, 14 de março. Organizações não governamentais (ONG’s) foram convidadas, mas somente uma teve interesse em participar. Essa comissão criou um projeto que pretende identificar, castrar, inserir chip e destinar para adoção os animais de rua de Pará de Minas, conforme previsto em lei estadual.

Algumas ONG’s municipais realizam este trabalho há anos com a ajuda da população. Agora o poder público se uniu à Ama Pangeia e aos protetores de animais e juntos vão trabalhar neste problema que a cada dia cresce mais na cidade: animais de rua que continuam procriando e assim aumentando a população canina e felina do município.

A Secretaria Municipal de Saúde está investindo no Centro de Controle de Zoonoses São Francisco de Assis (CCZ) localizado no bairro João Paulo II promovendo mudanças na estrutura do imóvel. A obra de construção de um centro cirúrgico no local está em fase final.

Com o objetivo de reduzir a população de cães e gatos, a expectativa é que já no próximo mês os animais sejam recolhidos das ruas e comecem as castrações e inserção de chips proporcionando controle total ao CCZ, como explica o secretário de saúde Paulo Duarte:

Paulo Augusto Teixeira Duarte
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Não existem dados estatísticos oficiais, mas estima-se que em Pará de Minas há mais de sete mil cães e gatos nas ruas. Por isso a importância da castração e identificação desta população.

O coordenador do CCZ Rommel Furst Brito explica como será o processo de a castração dos animais. Afirma ainda que o centro cirúrgico em construção no bairro João Paulo II atenderá a demanda prevista neste projeto:

Ascom/Prefeitura de Pará de Minas/Divulgação

Rommel Furst Brito
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A Ama Pangéia apoiou o projeto desde o início, pois vê nesta castração a redução já imediata do número populacional de cães e gatos nas ruas da cidade.

O presidente da associação Kenede Antônio dos Reis só aguarda o término da construção do centro cirúrgico para comprar os equipamentos e começar os trabalhos:

Kenede Antônio dos Reis
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Silvânia Shirley Rodrigues representa a sociedade civil na comissão e trabalha há anos com a causa animal. Ela resgata cães e gatos doentes ou machucados nas ruas, trata em clínicas da cidade e consegue um lar adotivo. Ela acredita que este projeto trará resultados já imediatos:

Silvânia Shirley Rodrigues
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A execução desse projeto depende da inauguração do novo centro cirúrgico. Primeiro serão castrados cerca de cem animais que estão abrigados no CCZ. Para a castração a coordenação do centro ainda tem feito orçamentos para conseguir valores mais baratos. Já a inserção do chip em cada animal custará em média R$10,00.

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