Municípios enviam pouco dinheiro e devem cortar ainda mais devido à falta de credibilidade do HNSC, diz secretário

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As discussões em torno do relacionamento envolvendo a Secretaria Municipal de Saúde de Pará de Minas e o Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) continuam na Justiça e em outros encontros para tratar de cirurgias eletivas.

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Na terça-feira, 12 de setembro, o diretor Técnico-Médico do HNSC, Gilberto Denoziro Valadares da Silva, detalhou várias situações relacionadas aos contratos e as pactuações firmadas entre a entidade e o município.

Nesta quarta-feira, 13 de setembro, o secretário municipal de Saúde, Paulo Duarte, fala sobre o processo de pactuações com cidades que fazem parte da microrregião.

Segundo ele, o município de Nova Serrana, por exemplo, envia apenas R$ 17 mil devido à falta de credibilidade do hospital de Pará de Minas que teria deixado de executar alguns serviços pactuados:


Paulo Duarte
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A pactuação da microrregião de Pará de Minas sempre é acertada com reuniões com representantes dos municípios vizinhos. O problema é acertar a realização de serviços e eles não serem realizados pelo HNSC:

Paulo Duarte
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Sobre a pactuação de R$ 22 mil para o hospital de São Sebastião do Paraíso, explica que esse compromisso foi definido no passado e não tem como fazer a alteração junto a Gerência Regional de Saúde, em Divinópolis.

O pedido para fazer o ajuste já foi feito pelo próprio Gilberto Denoziro Valadares da Silva enquanto ocupava o cargo de secretário municipal de Saúde de Pará de Minas e ainda está sendo analisado pelo Ministério da Saúde:

Paulo Duarte
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Informa que foi emitido pelo Ministério da Saúde um comunicado abrindo o prazo para novas pactuações a partir deste mês. Os recursos financeiros da microrregião poderão ser perdidos devido ao histórico de falta de atendimento no HNSC:

Paulo Duarte
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Quanto às cirurgias eletivas de Catarata pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ressalta que o hospital de Pará de Minas não se habilitou para os procedimentos oftalmológicos. A instituição se dispôs a realizar apenas 20 dessas cirurgias:

Paulo Duarte
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Deixa claro que o município define como será a cota de cirurgias eletivas de acordo com as demandas. Como o HNSC não quis pactuar os procedimentos de Catarata à solução foi buscar o acordo com o hospital de Mateus Leme:

Paulo Duarte
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Disse ainda que o programa exige que as cirurgias eletivas só podem ser realizadas na instituições que cumprem a meta de 80% de procedimentos. Foram pactuadas 20 cirurgias de Catarata no HNSC que não poderão ser realizadas porque a entidade de saúde não bateu a meta:

Paulo Duarte
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Dados da Secretaria Municipal de Saúde indicam que em Pará de Minas a fila de espera por uma cirurgia eletiva pelo SUS ultrapassa 1.500 pessoas. São pacientes que não tem condições de pagar pelos procedimentos médicos e dependem do sistema público de saúde.

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