Pagamentos aos ex-funcionários da Companhia Industrial Belo Horizonte continua dependendo da Justiça

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Há aproximadamente 26 anos a Companhia Industrial Belo Horizonte funcionava em Pará de Minas produzindo tecidos e gerando empregos. Porém, a empresa decretou falência e encerrou as atividades no município.

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Desde então vem se arrastando um processo trabalhista com milhares de ex-funcionários da companhia. Todos pleiteiam na Justiça há anos o recebimento de direitos com juros e correção monetária.

Parte dos valores já foi repassada aos credores, mas ainda falta a liberação de um montante. Enquanto isso os ex-funcionários continuam aguardando a liberação dos recursos financeiros porte do Poder Judiciário.

Vários advogados entraram com ações reivindicando o recebimento dos direitos trabalhistas. O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação e Tecelagem de Pará de Minas acompanha o processo de perto.

A entidade prestou todas as informações necessárias conforme cada fase do processo judicial. De acordo com o presidente Neuler Ribeiro, no ano passado o juiz responsável pela causa solicitou um novo cadastramento dos trabalhadores visando à liberação dos pagamentos.

Todas as providências foram tomadas para que os dados dos ex-funcionários fossem atualizados. Todo o trabalho foi desenvolvido de forma responsável e séria para que atendesse as exigências do juiz:


Neuler Ribeiro
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O sindicalista disse que ficou muito animado com a promessa da liberação dos pagamentos após a apresentação da documentação exigida. Porém, o juiz solicitou uma revisão de todos os documentos apresentados e o procedimento é demorado:

Neuler Ribeiro
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Ele explica que alguns ex-funcionários da Companhia Industrial Belo Horizonte chegam ao sindicato e cobram a liberação dos recursos. Alguns acreditam que a entidade está por trás da demora e acabam cometendo falta de educação:

Neuler Ribeiro
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Um acerto de aproximadamente 60% dos direitos trabalhistas já foi feito pela massa falida. O processo demorou ao ponto de alguns ex-funcionários falecerem sem receber seus direitos. Agora os valores deverão ser repassados aos herdeiros dentro do processo de inventário.

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