Pará de Minas e municípios da região mantém comércio fechado com medidas de enfrentamento a COVID-19

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Em março a maioria dos gestores das cidades brasileiras decidiu publicar decretos que suspendem alvarás de funcionamento e localização do comércio em geral.

As orientações seguem recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) a intenção é criar medidas para conter o avanço do novo coronavírus (COVID-19) e evitar o colapso no sistema público de saúde brasileiro.

Em Minas Gerais, os prefeitos também baixaram estes decretos no intuito de minimizar os impactos do novo coronavírus. Na microrregião de Pará de Minas, os estabelecimentos comerciais seguem fechados.


Pará de Minas
O prefeito de Pará de Minas, Elias Diniz (PSD), baixou 14 decretos desde o dia 16 de março. Eles orientam o funcionamento de órgãos públicos, fecham comércios por tempo indeterminado, restringe acesso a estabelecimentos comerciais, prorroga pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e declarou estado de Calamidade em Saúde Pública no município.

Em seguida, um novo decreto estabeleceu que o Município seguirá as recomendações do Governo de MG, ou seja, o que for definido pelo governador Romeu Zema (Novo), será implantado em Pará de Minas.


Itaúna
Outros municípios da região também tomaram providências. Novo decreto que passa a valer nesta terça-feira (07) em Itaúna determina a suspensão do funcionamento do comércio por pelo menos mais uma semana, até o dia 13 de abril.

Apenas estabelecimentos classificados como essenciais e assistenciais podem funcionar no município desde que adotem medidas estabelecidas pelas autoridades sanitárias. Na cidade os templos religiosos podem funcionar desde que não sejam realizadas missas, nem cultos.

Os funerais também estão mais restritos em Itaúna. Devem comparecer apenas familiares diretos e amigos próximos que ficam no local por no máximo três horas.

O último boletim da Prefeitura de Itaúna mostra o registro de mais de 400 casos suspeitos da doença cujos pacientes continuam em isolamento domiciliar. Outros oitos pacientes suspeitos estão internados em hospitais, 14 notificações foram descartadas, quatro óbitos também foram descartados e duas mortes estão em investigação para a doença.


Papagaios
Em Papagaios tudo está fechado. O Município criou recentemente o Comitê Gestor do Plano de Prevenção e Contingenciamento em Saúde do COVID-19 que delibera medidas de contenção ao novo coronavírus.

Uma das ações realizadas foi a higienização e limpeza das principais ruas da cidade, principalmente praças, hospital, PSF’s e locais com maior aglomeração de pessoas. Uma mistura de água com água sanitária, eficaz no combate a vírus e bactérias tem sido jogada nestes locais como forma de desinfecção.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), Papagaios tem 18 casos suspeitos e nenhum confirmado até o momento.


Pitangui
Em Pitangui desde o dia 21 de março os estabelecimentos comerciais estão fechados, com exceção dos de caráter emergencial. A gestão municipal ainda pediu à população que permaneça em suas residências e cumpram rigorosamente as recomendações dos órgãos de saúde.

Pitangui, segundo a SES, tem 22 casos notificados. Destes, um foi descartado e outros 21 permanecem em investigação.

Alexandre de Faria Silva/Prefeitura de Igaratinga/Divulgação

Igaratinga
Na cidade os estabelecimentos comerciais também estão fechados, permanecendo abertos apenas os considerados essenciais. A Polícia Militar tem atuado junto à Vigilância Sanitária do município, fiscalizando estabelecimentos e orientando toda a população.

Outra orientação é dada a comerciantes e manipuladores, onde os técnicos ensinam a preparar, armazenar e vender os alimentos de forma correta, higiênica e segura.

Quem não seguir as recomendações municipais é advertido formalmente, paga multa de 2.000 unidades fiscais municipais e tem o alvará cassado.

 Em Igaratinga são 26 casos suspeitos que continuam em investigação e nenhum foi confirmado até o momento

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