Contato de lagarta venenosa com criança preocupa paraminenses e biólogo dá dicas sobre como agir nesses casos

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A população se mostrou bastante preocupada após publicação no Portal GRNEWS nesta segunda-feira, 7 de janeiro, de um registro feito na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Pará de Minas na tarde de domingo, 6 de janeiro.

Na oportunidade a equipe da UPA atendeu um menino de pouco mais de três anos. Ele foi levado até o local pela família, após ter contato com uma lagarta da espécie Lonômia, popularmente conhecida como taturana. Os familiares também levaram a lagarta em um saco plástico para facilitar o diagnóstico.

Após os primeiros socorros, a equipe da UPA de Pará de Minas fez contato com a equipe médica do o Hospital João XXIII em Belo Horizonte, que recomendou a transferência imediata da criança para a capital mineira. O que foi feito por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU),

Como as lagartas são muito comuns surgiram vários comentários nas redes sociais de pessoas que avistaram lagartas semelhantes e até que tiveram contato com esse tipo de taturana. Estes últimos relataram que sentiram uma sensação de queimação na pele e uma dor enorme que parece ter espalhado pela corrente sanguínea percorrendo todo o corpo.

Em busca de mais informações sobre a lagarta e como as pessoas devem se prevenir para evitar esse tipo de contato, a reportagem do Portal GRNEWS conversou sobre o assunto com o biólogo Adelmo Batista Lemos, do Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Pará de Minas.

O profissional explica que as lagartas são fases de larvas de futuros insetos, como borboletas e mariposas. Nesse período de chuvas aumenta a incidência dessas lagartas em razão da maior oferta de alimentos:


Adelmo Batista Lemos
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Alerta que algumas lagartas possuem substâncias que podem causar problemas alergênicos e deve-se evitar o contato. Por isso, é importante redobrar a atenção com as crianças:

Adelmo Batista Lemos
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Mesmo tomando todos os cuidados ocorrer o contato com uma dessas lagartas é preciso procurar uma unidade de saúde rapidamente e levar a lagarta para facilitar o diagnóstico por parte da equipe médica, como fez a família da criança atendida na UPA no domingo (6):

Adelmo Batista Lemos
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Esses tipos de lagartas como a que teve contato com a criança em Pará de Minas é comum em todo o Brasil. O biólogo afirma que o homem precisa aprender a conviver com outros animais:

Adelmo Batista Lemos
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O biólogo Adelmo Batista Lemos afirma que quando está na fase de taturana essa lagarta já de alimentou de muitas folhas, pois o ovo que gera a larva é muito pequeno. Depois que ela ganhar bastante pelos será formado um casulo, onde nascem as patas e asas dando origem a uma borboleta.

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