Mais Médicos abre novas vagas e reforça atendimento em regiões vulneráveis do Brasil. Inscrições seguem até quarta-feira

O Ministério da Saúde está com inscrições abertas para o 45º ciclo do Programa Mais Médicos para o Brasil. Os interessados podem se candidatar até esta quarta-feira (8), por meio da plataforma oficial do Governo Federal. A iniciativa busca ampliar o acesso à saúde básica em áreas prioritárias do país.

Foco na atenção primária e regiões de difícil acesso
O programa tem como principal objetivo fortalecer a Atenção Primária à Saúde no Sistema Único de Saúde, levando profissionais a locais com escassez de médicos. Entre as áreas atendidas estão regiões remotas, comunidades vulneráveis e territórios indígenas, onde o acesso aos serviços de saúde ainda é limitado.

Mais de 1,5 mil vagas disponíveis
O novo edital oferece 1.524 oportunidades distribuídas em diferentes frentes de atuação. A maior parte das vagas, 1.351, é destinada às equipes de Saúde da Família. Outras 75 são voltadas para atendimento em consultórios na rua, enquanto 98 contemplam os Distritos Sanitários Especiais Indígenas.

Quem pode participar
Podem se inscrever médicos com diferentes formações, incluindo profissionais graduados no Brasil, brasileiros formados no exterior e estrangeiros habilitados. No entanto, terão prioridade aqueles com diploma reconhecido no país e registro ativo no Conselho Federal de Medicina.

Atuação e duração do programa
Os profissionais selecionados atuarão por até quatro anos, com carga horária semanal de 44 horas. O trabalho envolve atendimento direto à população, aliado a atividades de ensino, pesquisa e extensão, promovendo a qualificação contínua dos participantes.

Bolsa e benefícios
Os médicos participantes recebem uma bolsa-formação mensal de R$ 14.121,63, desde que cumpram as exigências educacionais do programa. Em casos de mudança de cidade, também pode ser concedida ajuda de custo, limitada ao valor de até três bolsas.

Programa consolidado no país
Criado em 2013, o Mais Médicos já conta com mais de 26 mil profissionais em atuação em todo o Brasil. A iniciativa é considerada estratégica para reduzir desigualdades no acesso à saúde e garantir atendimento em regiões historicamente desassistidas. Com informações da Agência Brasil

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