Farmacêutico alerta para o abuso com medicamentos que não precisam de receita médica

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no Diário Oficial da União (DOU) uma resolução com as novas regras sobre medicamentos isentos de prescrição médica (MIP).

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A alteração foi aprovada no mês de julho e considera sete critérios: tempo de comercialização; segurança; sintomas identificáveis; tempo de utilização; ser manejável pelo paciente; apresentar baixo potencial de risco e não apresentar dependência.

A relação atualizada dos medicamentos que dispensam receita médica será divulgada pela Anvisa. Atualmente a lista inclui antitérmicos, analgésicos, cicatrizantes, antissépticos nasais, laxantes, antiácidos, entre outros.

O farmacêutico Rafael Grassi Franco Melgaço destaca que as autoridades sanitárias apenas regulamentaram o que já era feito na prática por muitos brasileiros. Porém, é preciso tomar cuidado e não cometer abusos:
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Rafael Grassi Franco Melgaço
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Ele explica que muitos remédios que antes vinham com a tarja orientando o paciente a usá-lo apenas com prescrição médica eram tomados por muitas pessoas. São remédios com baixíssimos efeitos colaterais e que só devem ser usados para problemas mais simples:

Rafael Grassi Franco Melgaço
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A prática da automedicação ainda é muito comum entre os brasileiros. Por isso vale ressaltar que o uso de remédios sem a devida orientação poderá gerar problemas sérios de saúde ou até mesmo a morte.

Caso o medicamento que não necessite de receita médica não resolva problema, o correto é procurar um médico para realizar uma consulta e só tomar algum remédio que seja prescrito por ele.

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