Motorista de ambulância cobra reajuste salarial de 2018; sindicalista alega ausência da categoria nas negociações

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A reportagem do Portal GRNEWS foi procurada por um motorista de ambulância que questiona a falta do acordo coletivo que resultaria no reajuste salarial da categoria em Pará de Minas.

Segundo informações, a data-base vence em janeiro e daqui a pouco começa o ano de 2019 sem uma definição. O acordo estaria com o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Pará de Minas há 4 meses, porém sem uma conclusão.

Os trabalhadores se mostram preocupados porque a defasagem salarial é uma realidade e nenhuma novidade foi anunciada pela entidade de classe. A categoria cobra uma resposta do movimento sindical.

De acordo com o Francisco Ferreira Borges, presidente do Sindicato dos Motoristas de Pará de Minas, os trabalhadores precisam estar presentes e participar do acordo previsto na convenção coletiva.

Deixa claro que com o advento da Reforma Trabalhista implantada pelo governo federal, os acordos não podem ser fechados pelos sindicatos sem a assinatura dos motoristas:


Francisco Ferreira Borges
ambulanciasfranciscoborges1

O líder sindical explica que os motoristas ligam para a entidade cobrando o reajuste salarial. Entretanto, sem a assinatura dos profissionais é impossível acertar o aumento com os patrões:

Francisco Ferreira Borges
ambulanciasfranciscoborges2

Outro fator importante é que a categoria deve acompanhar de perto as negociações para depois não reclamar do que foi acertado. Existe até um movimento para que o sindicato não seja obrigado a negociar reajuste para aqueles que não são filiados:

Francisco Ferreira Borges
ambulanciasfranciscoborges3

A nova legislação trabalhista prevê acordos coletivos com a intermediação do sindicato de classe e as negociações individuais entre funcionário e patrão. As definições terão um prazo de validade e após o vencimento deverão ser retomadas novas negociações.

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