Leis brasileiras beneficiam maus pagadores e dificultam as coisas para quem precisa receber, diz economista

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Na sexta-feira, 27 de abril, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou o aumento do desemprego no país que atinge 13,7 milhões de brasileiros.

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Estas pessoas enfrentam sérios problemas financeiros e dificuldades para sustentar as famílias. Apesar da pequena reação da economia, a situação continua delicada para a maioria.

Este ano haverá eleições para presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. O processo praticamente paralisa o país, pois a classe política trabalha a busca por votos.

Enquanto isso a indústria, o comércio, a prestação de serviço e o agronegócio lutam para se manterem ativos. Os empresários são sobrecarregados com uma altíssima carga tributária e muitas outras responsabilidades.

Para dificultar ainda mais, muitos clientes compram produtos e contratam serviços e não pagam. O número de pessoas inadimplentes cresce a cada dia e os credores enfrentam muitas dificuldades para receber.

Um revés financeiro faz com que os consumidores tenham prioridades e cortem gastos. O brasileiro ainda não tem o hábito de planejar as finanças e acaba atolado em dívidas infindáveis.

Segundo o economista Eduardo de Almeida Leite, a legislação brasileira infelizmente beneficia os maus pagadores. Ele citou como exemplo a emissão de um cheque sem fundos e a prescrição da dívida em um prazo de cinco anos:


Eduardo de Almeida Leite
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Outro fator que complica o recebimento de dívidas por parte das empresas é o costume de não se preocupar com os compromissos financeiros. Para cobrar esses valores é muito caro e os processos na Justiça são morosos:

Eduardo de Almeida Leite
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A melhor forma de resolver problemas relacionados a dívidas é a renegociação. Em muitos casos existem os tribunais de mediação que ajudam as partes a chegarem a um acordo que é homologado pelo Poder Judiciário.

Em Pará de Minas a Associação Empresarial de Pará de Minas (ASCIPAM) inaugurou recentemente o Posto Avançado de Conciliação Extraprocessual (PACE), em parceria com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

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