GRNEWS TV: Por que a previsão de chuva pode mudar completamente no mesmo dia
Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Edson Cecílio Silva, Responsável pela Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil de Pará de Minas (COMPDEC) e Fernanda Juliana Silva, Gerente de políticas de sustentabilidade da Secretaria Municipal de Agronegócio, Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, confirmaram que p volume de chuvas atingiu 69 milímetros até a metade de setembro, equivalente a 157% da média mensal, fez a Defesa Civil de Pará de Minas rever as estratégias adotadas naquele momento. O cenário vinha sendo acompanhado sob a perspectiva da seca e da prevenção de incêndios, mas a mudança nas condições climáticas exigiu atenção para barragens, lagoas, alagamentos e limpeza urbana.
Fernanda destacou que o descarte irregular de resíduos agrava os problemas durante períodos chuvosos, principalmente ao obstruir bueiros e sistemas de drenagem.
Previsões podem mudar no mesmo dia
Edson explicou que a previsão meteorológica apresenta limitações. Segundo ele, os dados consultados pela manhã podem sofrer alterações duas ou três vezes ao longo do dia. Um episódio recente ilustra a dificuldade. Pela manhã, não havia previsão de chuva significativa, mas horas depois ocorreram ventania e precipitação suficientes para derrubar árvores na região central.
O fenômeno também pode ocorrer de maneira localizada. As previsões consideram áreas de aproximadamente 20 por 20 quilômetros, o que significa que pode chover em distritos de Pará de Minas sem precipitação perceptível na área urbana.
Alerta busca antecipar riscos
Diante dessas incertezas, Edson afirma que a orientação é informar a população quando houver possibilidade de eventos mais severos, mesmo que a previsão ainda possa mudar. Para ele, manter as pessoas preparadas pode ser decisivo para evitar vítimas.
No dia 9 de setembro, Pará de Minas esteve sob alerta amarelo do INMET, com previsão de tempestades e rajadas entre 40 e 60 km/h. A Defesa Civil também mantém articulação com Meio Ambiente, CEMIG e outros setores para definir medidas preventivas, como a identificação de árvores prioritárias para poda ou corte.
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