GRNEWS TV: Muitas velhices refletem desigualdades e escolhas ao longo da vida, diz especialista

Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, a psicóloga Franciele Lima Souza Tinoco, falou sobre as diversas fases da velhice e como envelhecer de maneira saudável.

Envelhecer não é uma experiência única
A ideia de uma velhice padronizada não corresponde à realidade. Há idosos fisicamente ativos, que praticam esportes e mantêm rotina intensa, enquanto outros enfrentam limitações severas, inclusive permanecendo acamados. Essas diferenças mostram que o envelhecimento assume múltiplas formas, influenciadas por fatores que acompanham a pessoa durante toda a vida.

Saúde e ambiente moldam o envelhecimento
As condições de saúde, o local onde se vive e o meio social exercem impacto direto sobre a forma de envelhecer. Idosos que vivem em áreas urbanas, rurais, comunidades indígenas ou tradicionais enfrentam desafios distintos. O acesso a serviços, mobilidade, estrutura familiar e apoio social define oportunidades e limitações nessa fase da vida.

Condição econômica faz diferença
A situação financeira é um fator determinante. Quem possui maior estabilidade econômica tende a ter mais acesso a planos de saúde, tratamentos adequados, lazer e bem-estar. Já quem envelhece em contextos de vulnerabilidade enfrenta dificuldades adicionais, que afetam diretamente a qualidade de vida e a autonomia.

Educação protege funções cognitivas
O nível educacional também influencia o envelhecimento. Pessoas com maior escolaridade costumam apresentar menores perdas cognitivas, graças ao estímulo contínuo da memória, linguagem e raciocínio. A educação favorece a neuroplasticidade e contribui para um envelhecimento mentalmente mais saudável.

Realidades diversas exigem olhar atento
Enquanto alguns idosos são vítimas de exploração familiar, golpes financeiros ou abandono, outros se planejaram ao longo da vida e conseguem aproveitar a aposentadoria com tranquilidade. Reconhecer que existem muitas velhices é fundamental para compreender que cada trajetória é única e que políticas públicas e cuidados precisam considerar essas diferenças para garantir dignidade e qualidade de vida.

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