GRNEWS TV: Especialista alerta que sono fragmentado rouba energia e afeta a saúde
Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Jayson Peixoto Machado, médico especialista em Otorrinolaringologia, esclareceu dúvidas sobre rinite, sinusite, gripe, resfriado, apneia do sono, garganta, ouvidos e outros.
Microdespertares impedem o descanso real
Durante o sono normal, o cérebro percorre fases bem definidas, que vão do sono leve ao profundo, além do sono REM, essencial para a recuperação física e mental. Quando esse ciclo é interrompido repetidamente, ocorrem os chamados microdespertares. A pessoa até dorme, mas não descansa. O cérebro é forçado a “reiniciar” o processo várias vezes ao longo da noite, o que provoca um desgaste silencioso e contínuo.
Cansaço constante tem explicação médica
Com o sono fragmentado, o resultado aparece logo no dia seguinte. Dor de cabeça ao acordar, irritabilidade, dificuldade de concentração e sonolência excessiva são queixas frequentes. Muitos pacientes relatam que, por volta do meio da tarde, sentem como se a “bateria tivesse acabado”, sem disposição para trabalhar ou manter atividades simples. Esse quadro não é psicológico, mas fisiológico, ligado à má qualidade do sono.
Ronco e pausas respiratórias são sinais de alerta
Pessoas que roncam todas as noites, apresentam paradas respiratórias durante o sono e sentem sono intenso ao longo do dia precisam de avaliação médica. Há relatos de pacientes que adormecem facilmente em ambientes silenciosos ou até ao volante, o que aumenta o risco de acidentes e compromete a qualidade de vida.
Exame define o diagnóstico correto
O principal exame para investigar esses distúrbios é a polissonografia, considerada padrão ouro na medicina do sono. Ela pode ser feita em laboratório especializado ou, em alguns casos, de forma domiciliar, com equipamentos ajustados por profissionais capacitados. A escolha do método depende do perfil clínico de cada paciente.
Tratamento é individual e multidisciplinar
O cuidado com a apneia do sono exige abordagem personalizada. Dependendo do caso, pode envolver otorrinolaringologista, pneumologista, neurologista ou odontólogo. Existem várias opções terapêuticas, como CPAP, aparelhos intraorais, cirurgias específicas e até intervenções mais amplas. Hoje, tratamento existe, e dormir bem deixou de ser um privilégio para se tornar uma possibilidade real.
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