Preso casal que usava nome de inspetor da PC para aplicar golpes e podem ter arrecadado R$ 50 mil

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Casal foi preso na última quinta feira (23), enquanto aplicavam golpes em diversos empresários de Pará de Minas. Um dos envolvidos disse que praticava o crime por causa da crise financeira. Já a mulher nega a participação.

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O titular da Delegacia de Crimes e Estelionatos da 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pará de Minas, delegado César Augusto Faria Freitas, acredita que a dupla tenha arrecadado aproximadamente R$ 50 mil com os golpes aplicados em diversos municípios da região Centro-Oeste de Minas Gerais:
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César Augusto Faria Freitas
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O inspetor Ricardo Carvalho, da 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pará de Minas, que teve seu nome envolvido pelos golpistas nesta ação criminosa se sente injustiçado, após tantos anos de serviços prestados a Polícia Civil. Também aproveita para agradecer aos colegas de trabalho que não mediaram esforços para investigar e prender os autores deste golpe de estelionato. Ele chegou a ser procurado na delegacia por vítimas, que cobraram dele a entrega da mercadoria prometida pelo estelionatário:
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Ricardo Carvalho
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O delegado Carlos Henrique Gomes Bueno, titular 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pará de Minas, alerta que a Polícia Civil não faz contatos via telefone oferecendo vantagens e muito menos comercializa produtos apreendidos. As pessoas precisam ficar mais atentas para não cair em golpes:
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Carlos Henrique Gomes Bueno
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Durante a entrevista coletiva na manhã desta terça (28) na 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pará de Minas, Fernando Carlos Fonseca, que era foragido de uma penitenciária de Ribeirão das Neves, sua cidade natal, confessou ter aplicado o golpe, mas que arrecadou pouco dinheiro. Pediu perdão aos policiais civis e explicou como agiu:

Fernando Carlos Fonseca
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A namorada de Fernando Carlos Fonseca, também envolvida neste golpe de estelionato, conforme afirmações da Polícia Civil, Valércia Aparecida Martins preferiu se calar durante a entrevista coletiva. Ela não sabe como vai provar a inocência, mas confirmou que foi envolvida no golpe pelo namorado Fernando, que tinha passagem policial anterior pelo Artigo 171 do Código Penal Brasileiro, por falsificação de documentos.

Ouça trechos de áudio da ação dos estelionatários tentando aplicar o golpe:
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