Servidores da educação cobram transparência nas regras para designação

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Trabalhadores contratados da educação do Estado cobraram, ontem (24), maior transparência por parte do governo nos critérios que vão nortear o processo de designação de 2020 e, sobretudo, antecedência na divulgação das regras. O assunto foi discutido em audiência solicitada pela presidenta da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, deputada Beatriz Cerqueira (PT), e reuniu na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) trabalhadores vindos de várias regiões do Estado.

Outras reivindicações dos trabalhadores foram que as inscrições no processo sejam feitas não por município ou escola, mas sim por área de abrangência das Superintendências Regionais de Ensino (SREs), de forma a ampliar as possibilidades dos concorrentes.

Além da defesa desses pontos, dezenas de professores e auxiliares de serviço manifestaram sentimentos de ansiedade, expectativa e irritação com a falta de informações sobre que rumo terá a designação no ano que vem, tendo sido reclamado, ainda, que faltaria clareza no preenchimento das vagas.

A maioria pediu que a resolução com as regras para 2020 seja divulgada com urgência e que as vagas sejam bem definidas, para que as pessoas não entrem no ano que vem num clima de incerteza, mas com a garantia de emprego.

Por meio do processo de designação, o governo estadual contrata servidores sem concurso, uma vez que o número de funcionários efetivos, admitidos via concurso, não é suficiente para o cumprimento de todas as tarefas. Atualmente, os designados são pouco mais de 50% do total de servidores da educação. Com ALMG

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