Em tempos de Covid-19 aplicativos tentam facilitar viagens internacionais

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Um relatório da ONU sobre restrições de viagem revela que desde 1º de janeiro, 29% de todos os destinos no mundo continuam com suas fronteiras completamente fechadas para turistas internacionais por causa da pandemia.

Deste total, mais da metade impede a entrada de viajantes desde maio de 2020. A maioria está em Pequenos Estados-Ilha da Ásia-Pacífico. Apenas três destinos no mundo estão completamente abertos a turistas: Albânia, Costa Rica e República Dominicana sem qualquer restrição.

Adesão
Uma das mudanças durante a pandemia foi a adesão em massa a soluções digitais. E de acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT), essas transformações tendem a facilitar o futuro do setor daqui para a frente.

Muitas empresas de viagem estão promovendo aplicativos para que os passageiros possam informar sua situação de saúde, incluir resultados de testes e quaisquer sintomas notificados antes da viagem.

Esses aplicativos oferecem um questionário que pode ser preenchido em média três dias antes da partida facilitando assim o trabalho dos funcionários do check-in e economizando o tempo passado na fila.

Vacinação
Um em cada três destinos está parcialmente fechado e 36% requerem testes negativos de Covid-19 para permitir a entrada no país. Alguns também exigem a quarentena.

Com as novas variantes, 42% dos países iniciaram restrições específicas para viajantes de alguns locais de risco. Uma outra preocupação é o baixo índice de vacinação que tende a ser comum em casos de grandes taxas de contaminação.

O chefe da OMT, Zurab Pololikashvili, disse que os governos são cruciais para a recuperação do turismo através de colaboração, uso de dados e soluções digitais.

Cautela
As diferenças regionais sobre restrições de viagem permanecem em 70% de todos os destinos da Ásia-Pacífico, na Europa são apenas 13%, 20% na Américas, 19% na África e 31% no Oriente Médio.

O relatório da OMT revela que a retomada do turismo deve permanecer silenciosa à medida que os governos continuam a exercer cautela.

Quatro dos 10 maiores mercados de envio de turistas seguem aconselhando seus cidadãos contra viagens não essenciais, esses países geraram 25% de todas as chegadas internacionais em 2018. Com informações ONU News

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