Livro conta histórias sobre o Parque Estadual do Sumidouro em MG

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Você já parou para pensar que histórias não existem sem memórias? Sejam elas contadas a partir de quem as viveu ou por meio de pinturas, fotografias e registros. Para registrar histórica e literariamente a região de Fidalgo e Sumidouro, a historiadora Élica Viveiros escreveu o livro “Sumidouro entre Memórias”, lançado na Casa Fernão Dias, no Parque Estadual do Sumidouro.

Com riqueza de detalhes, a obra conta a rica e pouco conhecida história dessa região de Pedro Leopoldo, onde está o Parque Estadual do Sumidouro – unidade de conservação, gerenciada pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF).

O livro traz, também, depoimentos de pessoas que viveram em Fidalgo e Sumidouro, desde as primeiras décadas do século passado. A autora descreve o período em que a região passava pela transição da economia mercantil para a industrial, no final do século XIX e início do século XX.

Incentivada por sua professora de iniciação científica, Júnia Sales, que acredita que “memórias não devem apenas ficar restritas ao trabalho acadêmico”, Élica aproveitou o material recolhido durante sua pesquisa para escrever o livro. Depoimentos de oito antigos moradores de Fidalgo e Sumidouro contribuíram para essa construção histórica e literária que engloba, também, as relações econômicas, sociais e ambientais da antiga comunidade com a região.

“Quando usamos a narrativa dos moradores de um lugar, eles se tornam sujeitos da história. Conhecem, preservam e dão uma continuidade histórica”, diz Élica. Não é à toa que a autora começa o primeiro capítulo do livro com uma frase de Fernando Pessoa: “a memória é a consciência inserida no tempo”.

Parceria
“Sumidouro Entre Memórias” foi publicado por meio de um termo de parceria celebrado entre o Instituto Estadual de Florestas (IEF) e a Mineração Lapa Vermelha, em 28 de julho de 2017.

Participaram do lançamento do livro, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Germano Vieira, o diretor-geral do IEF, Antônio Malard, além de representantes da comunidade local. Com Agência Minas

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