BNDES deve criar representações em outros estados

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Sediado no Rio de Janeiro, o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve criar representações em outros estados para facilitar o contato com clientes do setor público e setor privado. O anúncio foi feito na terça (20) pelo presidente do banco, Paulo Rabello de Castro. Ele informou que as representações terão dois servidores e funcionarão em prédios da Caixa Econômica Federal nas capitais.

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“No Brasil, há um desconhecimento praticamente completo das facilidades existentes no BNDES para todos os brasileiros”, disse ele. Segundo Castro, alguns casos poderão ser resolvidos pela internet, com o BNDES Digital.

O convênio com a Caixa para uso dos espaços pode ser assinado ainda nesta semana e já há 16 funcionários interessados na transferência para outras capitais brasileiras. “Será representação pequena, mas permanente, que poderá atender a um primeira chamado, a uma primeira demanda de um cliente dos setores público e privado”, detalhou Castro. Ele acrescentou que a medida deve reduzir a “romaria” de clientes do banco ao Rio de Janeiro.

O presidente do BNDES informou que a mudança nas diretorias da instituição começou a valer ontem e que alterações em departamentos e gerências devem ocorrer até abril. A Diretoria Digital deve ser ocupada por José Bevilaqua, que sairá do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mudança que ainda depende de assinatura do governo federal. Eliane Lustosa agora é a responsável pela Diretoria de Planejamento; Claudia Prates, pela de Operações, e Carlos da Costa. pela de Indústria.

O BNDESPAr, braço de investimentos do BNDES, vai absorver a área de desestatização que antes era vinculada diretamente à presidência do banco. Ricardo Ramos será o responsável por essa diretoria.

JBS
Paulo Rabello de Castro descartou a possibilidade de o BNDES reduzir sua participação acionária na JBS, empresa de alimentos do grupo J&F, controlada pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, processados na Operação Lava Jato. Segundo Castro, embora os pedidos do BNDES para profissionalização da alta administração da JBS ainda não tenham sido atendidos, o banco avalia que as ações da companhia têm potencial para se valorizar mais que atualmente.

“Não poderíamos jamais nem cogitar fazer qualquer tipo de alienação [venda de ações] se achamos que a falta de profissionalização no topo gera subprecificação. Portanto, estamos querendo para o BNDES, para os contribuintes brasileiros e para o brasil, que essa empresa tenha uma precificação adequada em um futuro não muito distante”, afirmou. Com Agência Brasil

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