Patric espera disputa acirrada em João Pessoa

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Foto: Divulgação/Atlético-MG

Feliz pela participação na vitória sobre o América, no último domingo, pelo Campeonato Mineiro, o lateral-direito Patric acredita que o Atlético terá um jogo bastante difícil contra o Botafogo-PB, na noite desta quarta-feira, pela segunda fase da Copa do Brasil. A partida será realizada às 21h45, no estádio Almeidão.

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“Tivemos um excelente jogo, um clássico, um jogo muito bem disputado e ficamos felizes com a vitória. Já viramos a chave, viramos a página, e vamos para o segundo jogo da Copa do Brasil. Sabemos do regulamento, um jogo extremamente quente, difícil, já joguei lá algumas vezes. Sabemos da dificuldade que iremos enfrentar, mas já começamos a nos prepara para esse jogo específico”, comentou o lateral.

Patric observou que todas as equipes que enfrentam o Atlético sempre tendem a dar o seu máximo e que, por isso, os jogos têm sido muito nivelados.

“Nesses jogos, a obrigação maior sempre vai ser nossa, ainda mais com o regulamento que, agora, nos obriga a buscar a vitória lá porque o empate leva aos pênaltis. Temos que estar focados, saber nossas metas e objetivos, bem convictos de que vamos sofrer uma pressão, fora, dentro, conhecendo o time lá, qual a atmosfera. Mas a gente sabe o que precisa fazer, entrar atento, com humildade e todos bem alinhados para que as coisas venham a fluir bem”, disse.

O jogador atleticano concluiu reafirmando o seu desejo de permanecer por muitos anos no clube e fazer história conquistando títulos com a camisa alvinegra.

“Desde 2011, minha vontade sempre foi se afirmar com a camisa do Atlético. Venho lutando sempre, ao longo desses anos, e tenho muitas pessoas a agradecer aqui no clube, umas que já passaram, umas que já se foram, outras continuam. Temos um novo tempo, tudo se reformulando e espero que eu possa deixar o meu melhor para o Atlético. Trabalho para ser titular, vou brigar pelo meu espaço, respeitar meus companheiros e estarei trabalhando todos os dias para que a gente possa ganhar títulos de expressão e ficar marcado na história do Atlético. Quem sabe, eu não possa ficar como o Rocha, dez, 12, 13 anos no clube, isso seria fundamental para mim, mas, agora, diferente, sem ser emprestado. Daqui para frente, quem sabe, construir mais sete anos. Para mim, seria um sonho, acho que é possível, palpável, se trabalharmos com dedicação e se o grupo estiver bem consolidado”. Com site do Atlético-MG

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