Vigilância Sanitária do Rio alerta população sobre macacos mortos

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Em meio ao aumento do número de casos de febre amarela, a Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro lançou a campanha “Macaco no seu galho não oferece risco. Caído, sim” para conscientizar a população sobre os perigos de tocar em primatas encontrados mortos ou caídos no chão. Os macacos são hospedeiros da febre amarela silvestre.

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Na manhã desta quarta (19), técnicos da Vigilância Sanitária distribuíram materiais sobre a campanha na entrada principal do Jardim Botânico. Médicos veterinários orientaram visitantes e moradores do entorno sobre o comportamento dos macacos e a importância de não agredi-los.

Desde o início do ano, técnicos de zoonoses monitoram primatas encontrados mortos no município do Rio de Janeiro e ainda não encontraram ameaças à saúde da população. Entretanto, diante do aumento do número de casos de febre amarela no Rio de Janeiro e estados vizinhos, detectar precocemente a circulação do vírus evita o contagio de seres humanos.

A orientação para quem encontrar um macaco caído é acionar a Vigilância Sanitária ou a Central de Atendimento da Prefeitura (1746). Além de panfletos com dicas e orientações à população que mora e frequenta áreas com concentração desses animais, a campanha inclui a fixação de cartazes e placas em parques e trilhas da cidade, e distribuição de informativos com orientações para profissionais que trabalham nesses locais.

Apesar da febre amarela ser transmitida por mosquitos e não por macacos, o monitoramento facilita a detecção precoce da presença do vírus, evita a disseminação da doença e facilita a elaboração de medidas de controle e prevenção, como a vacinação e o combate ao vetor.

Segundo a Vigilância Sanitária, o trabalho é preventivo e não há motivos para pânico, pois todas as amostras analisadas este ano não apresentaram indícios de contaminação por febre amarela em macacos mortos no município. Com Agência Brasil

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